Mitos e verdades sobre a visão felina

Mitos e verdades sobre a visão felina

Quem tem um gato sabe que esse fantástico felino tem uma visão privilegiada em relação à dos seres humanos. Os gatos são capazes de coisas surpreendentes, de fato, o que também ajudou a espalhar alguns mitos que exageram o que já é magnífico. Veja a seguir as respostas para cinco perguntas e dúvidas comuns sobre a visão dos gatos, extraídas do site americano Pet360.

gato visãoOs gatos enxergam no escuro?
Isso é parcialmente verdade. Na escuridão total, eles veem tão bem como nós: absolutamente nada. É que eles só precisam de 15% da luz que os humanos necessitam para enxergar. Durante o dia, a pupila dos felinos se contrai deixando exposta apenas aquele charmoso risquinho no meio dos olhos. Quando a noite chega, a pupila fica redonda e cresce à medida que a escuridão aumenta.

Por que os olhos deles brilham?
Os gatos contam com uma estrutura no fundo da retina que funciona como um refletor. Nós fabricamos refletores para iluminar melhor um estádio, por exemplo. Eles têm essa estrutura nos olhos para captar mais luz no escuro e enxergar melhor. Quando uma luz bate nos olhos de um gato na escuridão, ela amplifica a luz como um refletor faz. Essa estrutura se chama tapetum lucidum (do latim, “tapete brilhante”). Cães, vacas, cavalos, furões e outros animais também têm. Os seres humanos, não, pois temos hábitos diurnos.

Os gatos veem em branco e preto?
Não. Eles estão mais para daltônicos. Para distinguir cores, nossos olhos e os deles precisam de receptores localizados na retina chamados de cones. São milhões deles. Os humanos têm três tipos (vermelho, azul e verde), capaz de “perceber” todas as cores que somos capazes de ver. Os felinos não contam com o tipo que capta o vermelho. Com isso, ele, sim, vê cores, mas em menor número. Em compensação, estudos feitos em 2014 na Universidade de Londres descobriram que os gatos (e os cães também) enxergam luz ultravioleta – algo que um humano não consegue nem imaginar como deve ser.

Eles têm boa visão?
Isso é muito relativo e, com o perdão do trocadilho, é uma questão de ponto de vista. Comparados com um ser humano, há quem diga que não. Se uma pessoa consegue ver bem um objeto a 10 metros de distância, um gato precisa estar a dois metros para ter a mesma nitidez. Além disso, eles não contam com músculos que permitam ver um objeto muito de perto. As pessoas também veem o mundo com mais resolução durante o dia. Para nós, tudo isso são vantagens. Para um gato, porém, um caçador por natureza, é mais importante enxergar bem no escuro e superar de longe os humanos para ver objetos se movendo em alta velocidade, como um rato ou um pássaro.

Gatos enxergam melhor que cães?
Essa é uma pergunta muito comum, mas a resposta é: depende. Os cães têm mais dificuldade de calcular uma distância. Em compensação, os gatos contam com uma visão periférica menor. Eles têm um tapetum lucidum e razoavelmente maior e pupilas mais versáteis que os cães e, por isso, enxergam melhor no escuro. Quanto a cores, a visão de ambos é parecida, mas os felinos dependem mais de contraste e brilho para ver bem um objeto.

Fonte: http://almanaquepet.com.br/mitos-e-verdades-sobre-a-visao-felina/

Gravidez psicológica: o que fazer?

Você sabia que a gravidez psicológica pode atingir mais de 50% das cadelas não castradas? Além de mudanças comportamentais, o ciúme dos filhotes imaginários pode torná-las agressivas.A gravidez psicológica – ou pseudociese – é o nome dado a um comportamento no qual as fêmeas agem como se estivessem esperando filhotinhos. A pseudociese é uma falsa gestação e pode acontecer também com as gatas.

A “confusão” é gerada por alterações hormonais, capazes de influenciar o comportamento e o desenvolvimento de tecidos mamários. Normalmente, manifesta-se em torno de dois meses depois do cio. Alguns dos sinais que sua cachorrinha ou gatinha está passando por uma gravidez psicológica são: aumento das mamas, buscar panos, toalhas ou roupas e montar um “ninho”, e levar para esse local alguns brinquedos e objetos como se fossem filhotinhos. Ela pode adotar também os outros animais da casa, ter perda de apetite e alteração no comportamento, chegando a ficar agressiva com os próprios donos.

LabradorOs sintomas são diferentes em cada animal, e elas podem apresentar um ou mais sintomas, com intensidade diferente. Para realmente ter certeza de que a fêmea está com gravidez psicológica, não deixe de conversar com o médico veterinário. Somente um profissional poderá confirmar e indicar o que deve ser feito.

Apesar de ser um problema relativamente comum, não é aconselhável que a fêmea passe por isso muitas vezes ao longo da vida, pois esse comportamento é estressante e pode desencadear outras doenças, como a mastite.O tratamento mais recomendado é a castração. Somente com ela a produção de prolactina será interrompida – hormônio responsável tanto pela pseudociese, quanto pela gravidez verdadeira.

Algumas pessoas, para impedir que a cadela adote objetos, têm atitudes como tirá-la do cantinho que escolheu e esconder seus brinquedos. Tais procedimentos podem aumentar a ansiedade da cadela e ainda estimular comportamentos compulsivos. Medicamentos que inibem a prolactina fazem cessar rapidamente a produção do leite e o comportamento maternal.

Deixá-la à vontade é a maneira mais respeitosa de lidar com a situação. Se a fêmea já está com esses sintomas, aguarde esse período passar, respeitando o espaço dela e continue com a rotina habitual (passeios, horário da alimentação etc). Mas, se ela se recusar, respeite. Sem medicação, a gravidez psicológica costuma terminar em duas semanas.

Fonte: http://almanaquepet.com.br/gravidez-psicologica-o-que-fazer/

Como Adestrar um Labrador – Vantagens e dicas

Há pessoas que não levam a sério o adestramento de um cão, mas assim como é muito importante pensar nas vacinas, na alimentação saudável, nos brinquedos para deixá-los sempre ativos, também é muito importante para convívio familiar e social a preocupação com a educação dele. E ao ato de tornar os cães mais bem educados, mais disciplinados e obedientes dá-se o nome de adestramento. Neste artigo vamos te ajudar em como adestrar um labrador.

Se você tem um labrador, filhote ou não, nós queremos te incentivar a pensar o quanto é importante adestrá-lo. É claro que se o seu cãozinho for filhote tanto mais fácil de trabalhar a educação dele. Pensar noem como adestrar um labrador tem a mesma perspectiva de qualquer outro cãozinho, mas tem uma característica deles que você tem que ter em mente; labradores são brincalhões por natureza, então, quanto antes este trabalho for feito, melhor.

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Se você quer saber mais sobre as características de comportamento e personalidade deles para poder pensar em uma forma inteligente de adestrá-lo, dê só uma olhada:

 

  • Labradores são de fato muito brincalhões e ativos;
  • São também fiéis e fáceis de obedecer aos comandos do líder da matilha (você);
  • Adoram a pratica de exercícios.  Experimente levá-los para nadar;
  • São excelentes cães-guias e auxiliares nas práticas da caça;
  • São multifuncionais, portanto, são usados como grandes farejadores e em ações de resgates;
  • Possuem muita energia, logo, necessitam de muita atividade física.

 

Alguns comandos básicos podem ser realizados pelo próprio dono, como por exemplo:

 

  • Senta

Aqui será abordado com o seu labrador a relação entre controle e obediência. Como líder da matilha, você dá o comando, e o cão obedece;

  • Deita

É o momento em que você vai ensiná-lo como vai lidar com o princípio da hierarquia na matilha. Você vai aprender como controlar a ação do canino;

  • Aqui

Ensine ao seu animal de estimação como ele vai se aproximar de você e sentar;

  • Junto

É o justo momento em que você vai mostrar ao seu labrador que você quer que ele ande do seu lado esquerdo. Ah, esta é uma ação muito importante para quando você quiser levá-lo (a) para passear;

  • Fica

Aqui, como o próprio nome do comando já diz, você vai mostrar ao seu cão como ele vai permanecer na posição e no local em que foi deixado, como, por exemplo, deitado.

 

labrador-gosta-nadar

 

Entretanto, comandos especiais são apenas realizados por quem conhece profundamente as técnicas de adestramento. É verdade que adestramento não é uma opção barata, mas se você pensar no custo x benefício vai entender que vale a pena e que acima de tudo adestrar o seu filhote vai passar a ser para você uma opção inteligente e muito menos custosa e constrangedora. Por quê? Você perceber que educando o seu cão isso vai te poupar o desgaste de ser liderado por ele.

Agora, embora a nossa intenção aqui seja a de falar de adestramento de labradores, existem ações também para labradores adultos, especialmente, para aqueles em que te colocam em uma “saia justa”, que são os que pulam nas pessoas, mexem no jardim, fogem com o portão aberto e que não fazem as necessidades em locais corretos. Para todas essas ações e também para trabalhar a questão física e mental deles existe adestramento para cães adultos.

Não existe a idade certa, existe é a idade ideal. O ideal é que o adestramento comece quando ainda são filhotes, entretanto, vale lembrar que alguns cães não tiveram essa oportunidade quando pequenos e não podemos fechar os olhos para esta circunstância. Se este é o seu caso, procure um especialista para trabalhar com os adultos.

Nos labradores, a melhor idade para adestrar é mais ou menos aos dois meses de idade, período em que eles ainda não têm ideia do que é certo ou errado e estão testando você, exatamente como uma criança. Assim, repreender na hora certa e elogiar são atitudes fundamentais para começar a dizer ao seu cão o que é certo ou errado e também, automaticamente, adestrá-los.

Como funciona o adestramento de filhotes?

O adestramento de um labrador começa com atitudes simples e básicas. Se você acabou de integrar o cão à família você já sabe que ele precisa ter um espaço que seja só dele para poder dormir e fazer as refeições, certo? Então, este espaço precisa se tratado com atenção e muito carinho, pois é onde ele vai se voltar toda hora que quiser acolhida e para se alimentar. Agora, lembre-se que adestrar um labrador é melhor que seja feito quando filhotes para que ele não estrague os objetos da casa. Ele é um brincalhão por natureza e é ótimo para crianças!

Além disso, os labradores filhotes sentem muito sono e volta e meia vão querer tirar uma “soneca” e esta é a hora em que você deve colocá-lo na cama para que ele entenda que há um local para fazer isso. Pronto, você já começou a fazer oadestramento. Por isso, vamos pensar de forma lógica! Se ele vai para este local procurar abrigo, proteção e alimento, por que não começar a adestrar por aí?

Os principais comandos para o adestramento dos filhotes nós colocamos no início do texto, entretanto, queremos chamar a sua atenção para outras ações importantes e que, para além daquelas que já foram citadas, também existem outras que você pode fazer por eles.

Recapitulando,

Uma parte você sabe que nós colocamos acima que são: senta, deita, aqui, junto e fica.

Agora, vamos ver o que você também pode fazer para além destes comandos:

  • Uma ação importante é ensinar ao labrador que ele não deve ficar pulando em você. Ao evitar e adestrar que isso não ocorra você vai fazer com que o seu cão não faça o mesmo com outras pessoas na rua, ou com amigos. Você deve saber, esta é uma situação muito constrangedora, mas muito comum também.
  • Ensine ao seu cão que é importante que ele aprenda a usar a coleira. No início, pode parecer desconfortável, mas o canino vai se acostumar com o tempo. Veja, toda vez que você for passear (ou simular) um passeio com o cão e ele estiver caminhando ao seu lado, você vai ensinar como deseja que ele faça ao sair para passar. Neste momento, você pode dar uma recompensa caso o animal reaja corretamente.

 

Quais as vantagens de adestrar os filhotes?

 

Bom, como já vimos existem muitas vantagens em se adestrar os filhotes, especialmente, se você não quer que o seu cão seja o líder da matilha da sua casa. Lembre-se o líder da matilha é você, ninguém além de você.

No mais, outras vantagens importantes são percebidas quando adestramos cães filhotes, veja só:

 

  • Se o seu labrador é filhote, tanto melhor para aprender. Quando menor for o seu cão, mas facilmente você vai conseguir adestrá-lo;
  • Sendo filhote há uma questão importante e favorável para que você trabalhe a relação de ação x recompensa. Como os animais filhotes comem mais do que os adultos, para cada ação positiva e de obediência do seu cão você pode dar uma recompensa. Caso o veterinário permita, pode pensar em dar um petisco;
  • E já que estão em fase de crescimento será ótimo também para ensinar os comandos básicos. Já que como estão em processo de formação óssea vão sentar e deitar com mais facilidade;
  • Uma outra ação importante é fazer com que o labrador aprenda a pegar a ração da sua mão. Assim, quando ele estiver com fome, com certeza, vai te dar a patinha;
  • Quando um labrador, ou qualquer outro animal de estimação, é filhote, todos os membros da família estão mais dispostos a contribuir com a educação, com o adestramento do cãozinho. Portanto, não perca esta oportunidade, porque com tempo naturalmente esta empolgação passará.

 

Assim, como uma criança, um cãozinho precisa que você ensine o que deve e o que pode ser feito. É quando são pequenos que você vai conseguir mais resultados positivos, mas não desanime caso o seu labrador já não seja mais filhote. Há trabalhos de adestramento para todas as fases da vida do canino. Procure o seu veterinário, o profissional vai saber te indicar quais as melhores atitudes tomar.

O adestramento do seu cão pode te dar um novo estilo de vida, e para melhor. Tenha em mente que para toda ação de adestramento existe uma relação direta com uma vida melhor; para o cãozinho, como para você também.

Quer saber ainda mais sobre os cães da raça Labrador?

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Mais coisas que você deve saber sobre labradores

 

  • O cão da raça labrador tem forte instinto de matilha, como dito anteriormente, por isso é um cão dependente e que considera todos os membros da família como a matilha dele;
  • É um cão dócil e por isso não é a melhor raça para ser usada como cão de guarda, o mais longe que ele vai chegar é latir quando algum estranho aparecer;
  • Essa raça ama o convívio com humanos, por essa razão o cão não deve ser deixado preso, sozinho ou distante do convívio humano com constância, pois isso o torna infeliz;
  • Lembre-se que um filhote é sempre mais ativo, brincalhão e acaba destruindo coisas, por isso o adestramento é também um fator importante.

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Como lidar com filhotes

 

Você acabou de adquirir um filhote e vai leva-lo para casa, saiba que alguns pequenos cuidados podem ajudar no futuro adestramento do seu labrador:

  • O adestramento pode ser iniciado desde o momento que um filhote chega em sua nova casa, com pequenos atos, como acariciar bastante o cãozinho durante sua adaptação com o lar, tornando o labrador mais fácil de treinar e um adulto mais obediente;
  • No início também leve o seu filhote até o local onde ele deve fazer necessidade logo após ele comer, fique brincando com ele e lhe dando atenção até que ele faça as necessidades fisiológicas. Enquanto o cão estiver se adaptando ele não deve ser repreendido por eventuais acidentes, sempre seja carinhoso e paciente com ele até que ele tenha idade o suficiente e já tenha se adaptado ao novo lar;
  • Um filhote aprende as coisas observando a mãe, na falta dela ele vai se espelhar nos humanos com que convive, por isso o leve para passear, conviver com variados tipos de pessoas e outros cães assim que o seu veterinário o permitir;
  • Filhotes costumam chorar, principalmente durante a noite, quando chegam numa nova casa. Dar broncas constantes ou aparecer para confortar o filhote pode passar a ideia errada, pois ele vai entender que ao chorar o dono lhe dá atenção. Alguns cuidados podem ajudar nesse momento: você pode deixar uma peça de roupa velha sua, que possua seu cheiro, no lugar que ele dorme ou levar um cobertor onde a mãe e os outros filhotes da ninhada vão dormir antes de busca-lo e depois usar esse mesmo cobertor na cama dele, outra opção é brincar bastante antes da hora de dormir e o levar para a caminha quando o filhote cansar.

 

Durante o adestramento

 

  • Sempre premie seu cachorro quando ele realizar uma tarefa que está ensinando a ele, isso é um reforço positivo que ajuda seu cão a entender que aprender é bom. Os prêmios podem ser comida, elogios ou carinhos;

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  • Não puna seu cachorro, ele não tem capacidade de entender porque está sendo punido. No lugar de punições, o faça entender que obedecer ao dono é uma coisa boa, dessa forma ele sempre vai querer agradar. Se o cão demorar a te atender, faça carinhos e o chame para perto para que ele entenda que é bom estar próximo;
  • Ensine o comando “sentar” antes do “espere/fica” e só o faça quando seu cão dominar a ideia de sentar;
  • Seja firme, seu cão vai tentar testar quem é o líder da situação, mas você não deve permitir que ele rosne para você e para a família ou te desafie. Dar uma bronca no seu cão é o suficiente para que ele entenda que você o chefe, nunca bata nele para se afirmar como chefe;
  • Adestrar um cão exige paciência, pois ele vai cometer erros e a tarefa precisa ser repetida diversas vezes até ele a dominar por completo. Além disso, seja firme, se você tem um objetivo o mantenha em mente, corrija seu cachorro quando ele errar e não perca o foco querendo brincar ou mudando os comandos;
  • As ordens devem ser sempre claras e simples, argumentar com seu cão não adianta, pois ele não é capaz de entender, apenas diga o que ele deve fazer de maneira especifica;
  • Uma maneira de fazer com que seu cão perca hábitos do gênero brincar de morder ou de pular em você é se afastar quando ele tem essas atitudes, dessa maneira ele vai entender que o que te afasta é o fato de ele agir de determinada forma e vai aos poucos diminuindo esses hábitos.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/como-adestrar-labrador/

Como Adestrar um Labrador – Vantagens e dicas

Há pessoas que não levam a sério o adestramento de um cão, mas assim como é muito importante pensar nas vacinas, na alimentação saudável, nos brinquedos para deixá-los sempre ativos, também é muito importante para convívio familiar e social a preocupação com a educação dele. E ao ato de tornar os cães mais bem educados, mais disciplinados e obedientes dá-se o nome de adestramento. Neste artigo vamos te ajudar em como adestrar um labrador.

Se você tem um labrador, filhote ou não, nós queremos te incentivar a pensar o quanto é importante adestrá-lo. É claro que se o seu cãozinho for filhote tanto mais fácil de trabalhar a educação dele. Pensar noem como adestrar um labrador tem a mesma perspectiva de qualquer outro cãozinho, mas tem uma característica deles que você tem que ter em mente; labradores são brincalhões por natureza, então, quanto antes este trabalho for feito, melhor.

como-adestrar-labrador

 

Se você quer saber mais sobre as características de comportamento e personalidade deles para poder pensar em uma forma inteligente de adestrá-lo, dê só uma olhada:

 

  • Labradores são de fato muito brincalhões e ativos;
  • São também fiéis e fáceis de obedecer aos comandos do líder da matilha (você);
  • Adoram a pratica de exercícios.  Experimente levá-los para nadar;
  • São excelentes cães-guias e auxiliares nas práticas da caça;
  • São multifuncionais, portanto, são usados como grandes farejadores e em ações de resgates;
  • Possuem muita energia, logo, necessitam de muita atividade física.

 

Alguns comandos básicos podem ser realizados pelo próprio dono, como por exemplo:

 

  • Senta

Aqui será abordado com o seu labrador a relação entre controle e obediência. Como líder da matilha, você dá o comando, e o cão obedece;

  • Deita

É o momento em que você vai ensiná-lo como vai lidar com o princípio da hierarquia na matilha. Você vai aprender como controlar a ação do canino;

  • Aqui

Ensine ao seu animal de estimação como ele vai se aproximar de você e sentar;

  • Junto

É o justo momento em que você vai mostrar ao seu labrador que você quer que ele ande do seu lado esquerdo. Ah, esta é uma ação muito importante para quando você quiser levá-lo (a) para passear;

  • Fica

Aqui, como o próprio nome do comando já diz, você vai mostrar ao seu cão como ele vai permanecer na posição e no local em que foi deixado, como, por exemplo, deitado.

 

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Entretanto, comandos especiais são apenas realizados por quem conhece profundamente as técnicas de adestramento. É verdade que adestramento não é uma opção barata, mas se você pensar no custo x benefício vai entender que vale a pena e que acima de tudo adestrar o seu filhote vai passar a ser para você uma opção inteligente e muito menos custosa e constrangedora. Por quê? Você perceber que educando o seu cão isso vai te poupar o desgaste de ser liderado por ele.

Agora, embora a nossa intenção aqui seja a de falar de adestramento de labradores, existem ações também para labradores adultos, especialmente, para aqueles em que te colocam em uma “saia justa”, que são os que pulam nas pessoas, mexem no jardim, fogem com o portão aberto e que não fazem as necessidades em locais corretos. Para todas essas ações e também para trabalhar a questão física e mental deles existe adestramento para cães adultos.

Não existe a idade certa, existe é a idade ideal. O ideal é que o adestramento comece quando ainda são filhotes, entretanto, vale lembrar que alguns cães não tiveram essa oportunidade quando pequenos e não podemos fechar os olhos para esta circunstância. Se este é o seu caso, procure um especialista para trabalhar com os adultos.

Nos labradores, a melhor idade para adestrar é mais ou menos aos dois meses de idade, período em que eles ainda não têm ideia do que é certo ou errado e estão testando você, exatamente como uma criança. Assim, repreender na hora certa e elogiar são atitudes fundamentais para começar a dizer ao seu cão o que é certo ou errado e também, automaticamente, adestrá-los.

 

Como funciona o adestramento de filhotes?

 

O adestramento de um labrador começa com atitudes simples e básicas. Se você acabou de integrar o cão à família você já sabe que ele precisa ter um espaço que seja só dele para poder dormir e fazer as refeições, certo? Então, este espaço precisa se tratado com atenção e muito carinho, pois é onde ele vai se voltar toda hora que quiser acolhida e para se alimentar. Agora, lembre-se que adestrar um labrador é melhor que seja feito quando filhotes para que ele não estrague os objetos da casa. Ele é um brincalhão por natureza e é ótimo para crianças!

Além disso, os labradores filhotes sentem muito sono e volta e meia vão querer tirar uma “soneca” e esta é a hora em que você deve colocá-lo na cama para que ele entenda que há um local para fazer isso. Pronto, você já começou a fazer oadestramento. Por isso, vamos pensar de forma lógica! Se ele vai para este local procurar abrigo, proteção e alimento, por que não começar a adestrar por aí?

Os principais comandos para o adestramento dos filhotes nós colocamos no início do texto, entretanto, queremos chamar a sua atenção para outras ações importantes e que, para além daquelas que já foram citadas, também existem outras que você pode fazer por eles.

Recapitulando,

Uma parte você sabe que nós colocamos acima que são: senta, deita, aqui, junto e fica.

Agora, vamos ver o que você também pode fazer para além destes comandos:

 

  • Uma ação importante é ensinar ao labrador que ele não deve ficar pulando em você. Ao evitar e adestrar que isso não ocorra você vai fazer com que o seu cão não faça o mesmo com outras pessoas na rua, ou com amigos. Você deve saber, esta é uma situação muito constrangedora, mas muito comum também.
  • Ensine ao seu cão que é importante que ele aprenda a usar a coleira. No início, pode parecer desconfortável, mas o canino vai se acostumar com o tempo. Veja, toda vez que você for passear (ou simular) um passeio com o cão e ele estiver caminhando ao seu lado, você vai ensinar como deseja que ele faça ao sair para passar. Neste momento, você pode dar uma recompensa caso o animal reaja corretamente.

 

Quais as vantagens de adestrar os filhotes?

 

Bom, como já vimos existem muitas vantagens em se adestrar os filhotes, especialmente, se você não quer que o seu cão seja o líder da matilha da sua casa. Lembre-se o líder da matilha é você, ninguém além de você.

No mais, outras vantagens importantes são percebidas quando adestramos cães filhotes, veja só:

 

  • Se o seu labrador é filhote, tanto melhor para aprender. Quando menor for o seu cão, mas facilmente você vai conseguir adestrá-lo;
  • Sendo filhote há uma questão importante e favorável para que você trabalhe a relação de ação x recompensa. Como os animais filhotes comem mais do que os adultos, para cada ação positiva e de obediência do seu cão você pode dar uma recompensa. Caso o veterinário permita, pode pensar em dar um petisco;
  • E já que estão em fase de crescimento será ótimo também para ensinar os comandos básicos. Já que como estão em processo de formação óssea vão sentar e deitar com mais facilidade;
  • Uma outra ação importante é fazer com que o labrador aprenda a pegar a ração da sua mão. Assim, quando ele estiver com fome, com certeza, vai te dar a patinha;
  • Quando um labrador, ou qualquer outro animal de estimação, é filhote, todos os membros da família estão mais dispostos a contribuir com a educação, com o adestramento do cãozinho. Portanto, não perca esta oportunidade, porque com tempo naturalmente esta empolgação passará.

 

Assim, como uma criança, um cãozinho precisa que você ensine o que deve e o que pode ser feito. É quando são pequenos que você vai conseguir mais resultados positivos, mas não desanime caso o seu labrador já não seja mais filhote. Há trabalhos de adestramento para todas as fases da vida do canino. Procure o seu veterinário, o profissional vai saber te indicar quais as melhores atitudes tomar.

O adestramento do seu cão pode te dar um novo estilo de vida, e para melhor. Tenha em mente que para toda ação de adestramento existe uma relação direta com uma vida melhor; para o cãozinho, como para você também.

Quer saber ainda mais sobre os cães da raça Labrador?

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Mais coisas que você deve saber sobre labradores

 

  • O cão da raça labrador tem forte instinto de matilha, como dito anteriormente, por isso é um cão dependente e que considera todos os membros da família como a matilha dele;
  • É um cão dócil e por isso não é a melhor raça para ser usada como cão de guarda, o mais longe que ele vai chegar é latir quando algum estranho aparecer;
  • Essa raça ama o convívio com humanos, por essa razão o cão não deve ser deixado preso, sozinho ou distante do convívio humano com constância, pois isso o torna infeliz;
  • Lembre-se que um filhote é sempre mais ativo, brincalhão e acaba destruindo coisas, por isso o adestramento é também um fator importante.

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Como lidar com filhotes

 

Você acabou de adquirir um filhote e vai leva-lo para casa, saiba que alguns pequenos cuidados podem ajudar no futuro adestramento do seu labrador:

  • O adestramento pode ser iniciado desde o momento que um filhote chega em sua nova casa, com pequenos atos, como acariciar bastante o cãozinho durante sua adaptação com o lar, tornando o labrador mais fácil de treinar e um adulto mais obediente;
  • No início também leve o seu filhote até o local onde ele deve fazer necessidade logo após ele comer, fique brincando com ele e lhe dando atenção até que ele faça as necessidades fisiológicas. Enquanto o cão estiver se adaptando ele não deve ser repreendido por eventuais acidentes, sempre seja carinhoso e paciente com ele até que ele tenha idade o suficiente e já tenha se adaptado ao novo lar;
  • Um filhote aprende as coisas observando a mãe, na falta dela ele vai se espelhar nos humanos com que convive, por isso o leve para passear, conviver com variados tipos de pessoas e outros cães assim que o seu veterinário o permitir;
  • Filhotes costumam chorar, principalmente durante a noite, quando chegam numa nova casa. Dar broncas constantes ou aparecer para confortar o filhote pode passar a ideia errada, pois ele vai entender que ao chorar o dono lhe dá atenção. Alguns cuidados podem ajudar nesse momento: você pode deixar uma peça de roupa velha sua, que possua seu cheiro, no lugar que ele dorme ou levar um cobertor onde a mãe e os outros filhotes da ninhada vão dormir antes de busca-lo e depois usar esse mesmo cobertor na cama dele, outra opção é brincar bastante antes da hora de dormir e o levar para a caminha quando o filhote cansar.

 

Durante o adestramento

 

  • Sempre premie seu cachorro quando ele realizar uma tarefa que está ensinando a ele, isso é um reforço positivo que ajuda seu cão a entender que aprender é bom. Os prêmios podem ser comida, elogios ou carinhos;

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  • Não puna seu cachorro, ele não tem capacidade de entender porque está sendo punido. No lugar de punições, o faça entender que obedecer ao dono é uma coisa boa, dessa forma ele sempre vai querer agradar. Se o cão demorar a te atender, faça carinhos e o chame para perto para que ele entenda que é bom estar próximo;
  • Ensine o comando “sentar” antes do “espere/fica” e só o faça quando seu cão dominar a ideia de sentar;
  • Seja firme, seu cão vai tentar testar quem é o líder da situação, mas você não deve permitir que ele rosne para você e para a família ou te desafie. Dar uma bronca no seu cão é o suficiente para que ele entenda que você o chefe, nunca bata nele para se afirmar como chefe;
  • Adestrar um cão exige paciência, pois ele vai cometer erros e a tarefa precisa ser repetida diversas vezes até ele a dominar por completo. Além disso, seja firme, se você tem um objetivo o mantenha em mente, corrija seu cachorro quando ele errar e não perca o foco querendo brincar ou mudando os comandos;
  • As ordens devem ser sempre claras e simples, argumentar com seu cão não adianta, pois ele não é capaz de entender, apenas diga o que ele deve fazer de maneira especifica;
  • Uma maneira de fazer com que seu cão perca hábitos do gênero brincar de morder ou de pular em você é se afastar quando ele tem essas atitudes, dessa maneira ele vai entender que o que te afasta é o fato de ele agir de determinada forma e vai aos poucos diminuindo esses hábitos.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/como-adestrar-labrador/

Alimentação Felina – Segredos de uma dieta completa e saudável

A alimentação felina é uma preocupação constante na vida daqueles que tem um gatinho como parte da família e, assim como outros tipos de pet, os bichanos também precisam de atenção especial no preparo de suas refeições. Para garantir que os gatos de estimação recebam todos os nutrientes que necessitam, os proprietários devem ser bastante criteriosos na escolha dos produtos que farão parte da sua dieta, já que este tipo de cuidado pode ser um importante aliado na prevenção do envelhecimento precoce do animal.

Muito se discute sobre o tipo de alimentação felina ideal e, enquanto muitos acreditam que apenas rações e produtos industrializados devem ser usados para alimentar os gatos; outros creem que os ingredientes naturais e as comidas caseiras são a melhor forma de manter a nutrição dos bichanos em dia. Na realidade, ambas as visões contam com pontos positivos e negativos, entretanto, a definição de um meio-termo nessa questão pode ser a melhor solução para o seu animal – que recebe o melhor de cada um dos tipos de alimento.

alimentacao-felina

Carnívoros e caçadores natos, os gatos que vivem na natureza estão sempre em busca de uma nova presa para se aliementar, e tiram delas a quantidade necessária de nutrientes para se manterem ativos – sendo que a base da dieta dos bichanos selvagens destaca as proteínas. No entanto, os felinos domésticos levam uma vida e uma alimentação muito distante desse cenário e, para que possam permanecer saudáveis, devem receber de seus donos uma combinação devidamente balanceada de carboidratos, gordura e proteínas.

Conheça, neste artigo, os principais itens que devem fazer parte da alimentação dos pets felinos, além das vantagens e desvantagens que se pode ter ao adotar produtos industrializados ou rações caseiras na dieta do seu gato – podendo escolher a forma ideal de nutrir o seu bichano de estimação.

Alimentação felina industrializada

Os principais motivos tidos pelos que defendem o uso de produtos industrializados na alimentação dos felinos estão tanto na sua praticidade como nos níveis nutricionais que eles podem garantir. Embora uma combinação cuidadosa de ingredientes naturais também seja capaz de manter o seu pet saudável, a alegação dos fãs de rações e enlatados é de que, na totalidade, as necessidades nutricionais dos bichanos só são atendidas por meio dos produtos específicamente desenvolvidos para eles.

Divididos em três tipos principais – secos, semi-secos e enlatados – os alimentos feitos para gatos que estão disponíveis no mercado contam com indicações específicas de idade e categoria, e tais dados devem ser checados antes que a comida seja adquirida – sendo os produtos de classe premium os mais indicados em todos os casos (por contarem, em teoria, com ingredientes de maior qualidade no seu preparo).

  • Alimentos Secos: são os mais fáceis de conservar, mas não devem ser a única fonte de alimentos para o gato. Na maioria das vezes, consistem em biscoitos produzidos a partir de ingredientes que incluem peixes, vitaminas e carnes, e têm um nível bastante baixo de gordura. Pode ser indicado com um pestisco felino e, em porções controladas, pode ser deixado ao alcance do bichano durante todo o dia – ajudando, ainda, na limpeza dos dentes do animal.
  • Alimentos Semi-Secos: são os mais difíceis de conservar e bastante nutritivos, sendo, normalmente, a opção mais cara entre as comidas industrializadas para gatos.
  • Enlatados: tidos como os melhores substitutos alimentares para bichanos, os enlatados são compostos por ingredientes que incluem açúcar, carne, peixe, vitaminas, cereais, sais, gelatinas e conservantes, entre outros. Também conhecidos como “alimentos molhados”, os enlatados também podem ser encontrados no formato dos populares sachês.

Muitos gatos, quando não acostumados desde cedo, tendem a recusar alimentos secos, e uma boa saída para o problema pode ser misturar os alimentos molhados com estes na hora servir, inserindo-os aos poucos na dieta do animal.

Embora nenhum destes tipos de alimento deva ser o único oferecido ao seu pet felino, a combinação deles pode realmente garantir uma nutrição balanceada para seu pet, evitando a falta de qualquer ingrediente primordial para a sua saúde.

No entanto, consultar um veterinário também é uma boa pedida para quem opta pela alimentação exclusivamente industrializada para seu bichano, já que um profissional pode indicar as melhores combinações e porções para o pet.

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Alimentação natural para gatos

Carnes aves e peixes são os mais indicados como fonte de proteína para os gatos que tem uma alimentação natural, entretanto, alguns cuidados especiais devem ser tomados antes que sejam oferecidos aos bichanos. É importante lembrar que dar comida crua aos gatos pode não ser uma boa ideia, já que algumas doenças podem ser transmitidas pela ingestão das comidas neste estado e a melhor opção é que todo tipo de ingrediente seja devidamente cozido ou grelhado antes de servir.

Carnes de porco não são indicadas para gatos, e as de vaca as são tidas como as mais apropriadas para o consumo dos bichanos. Os restos de alimentos comidos pelas pessoas da casa também não devem ser dados ao animal, pois, por terem muito tempero, podem “viciar” os felinos (que adoram comidas temperadas e doces), além de causar diferentes tipos de desequilíbrios no seu organismo.

Posso dar chocolate para o meu gato?

Doces como chocolate são totalmente contra-indicados para os felinos (e para os cachorros também), e podem causar sérios problemas à saúde do pet, já que são capazes de desencadear alergias e até intoxicações. Embora o mundo dos desenhos tenha o leite entre as principais fontes de alimento dos bichanos, nem sempre os animais digerem bem a lactose, e ela pode ser dispensada da dieta felina caso o gato não se adapte (ao contrário da água, que deve ter seu consumo incentivado).

Assim como os cães, os gatos também são fãs de ossos, e os donos de pets que servem comidas com o item devem prestar bastante atenção para a possibilidade de lascas ou fragmentos muito pequenos deles no meio da comida, já que o bichano pode se machucar ao ingerir o alimento. É indicado, portanto, que peixes sejam livres da ossada para que o gato possa comê-lo, e que apenas os osssos de carne de vaca fiquem à disposição do pet, pois o seu tamanho evita acidentes do tipo.

Vegetais, cereais e frutas também podem fazer parte de uma dieta felina balanceada, no entanto, as quantidades e formas de preparo também devem ser observadas criteirosamente, sendo que a consulta com um médico veterinário é fundamental para quem deseja alimentar seu pet com uma dieta totalmente natural.

 

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Dicas para a alimentação dos bichanos

Independentemente do tipo de alimento que decidir servir ao seu pet, é indicado que uma visita ao médico veterinário seja agendada, para que a dieta do bichano possa ser discutida e ele receba todos os nutrientes que necessita.

Além de uma alimentação balanceada, os gatos também precisam de água para se manterem hidratados e, como este costume nem sempre é o forte dos bichanos, o consumo de líquidos deve ser estimulado – sendo indicado que uma vasilha limpa fique sempre à disposição do bichano. A sua privacidade também deve ser respeitada, e os gatos não devem ser incomodados enquanto se alimentam, devendo ter um lugar tranquilo e sossegado reservado para as suas refeições.

Lembre-se

  • Gatos costumam gostar mais de água corrente do que de água parada, isso justifica o por que de você, muitas vezes, observá-lo querendo beber água em torneiras. Providenciar uma fonte para gatos pode ser um bom estímulo para que ele consuma mais água;
  • Gatos são animais extremamente higiênicos e repudiam a ideia de comida próxima ao local onde eles fazem as suas necessidades fisiológicas, portanto, mantenha as tigelas de água e de comida distantes das caixas de areia que você espalhar pela casa.

Em muitos casos, os pets felinos podem passar a recusar os alimentos pelo simples fato de buscarem variedade e, cabe aos seus donos a feitura de pequenas alterações na dieta, em busca de ingredientes melhor aceitos. Vale lembrar que todo tipo de mudança na alimentação dos gatos deve ser feita de maneira gradual, já que inserir novos ingredientes de forma brusca na dieta pode provocar reações como diarréias e vômitos no animal.

É importante ressaltar, ainda, que nesses casos um profissional deve ser consultado; tendo em vista que a recusa de alimentos também pode ocorrer em função de outros problemas felinos e, portanto, até que a possibilidade de doenças seja descartada, alterações não se devem ser feitas na dieta do pet.

A higiene dos potes, vasilhas e tigelas usadas pelos gatos para comer também não pode ser deixada de lado, e todo tipo de acessório onde os alimentos são servidos devem ser lavados diariamente. É importante, também, que o felino conte com, pelo menos, dois vasilhames diferentes para suas refeições; para que um seja preenchido com alimentos e o outro com água.

Disponíveis com variações diversas de modelo, forma e material, as tigelas mais indicadas para a alimentação de gatos são as feitas de inox, louça ou vidro – já que as de plástico, além de absorverem mais o cheiro e os resíduos de comida, podem se danificar com mais facilidade, e acabar machucando o pet enquanto ele faz sua refeição.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/alimentacao-felina/

6 vícios comuns em tutores caninos na hora do carinho

Quem é você e quais os vícios quando o assunto é o seu cachorro? Identificamos as 6 principais manias que os tutores caninos têm na hora do carinho.

Para os que conseguiram se identificar com os 6 tipos de vícios, saiba que não serão os únicos. O mundo pode te chamar de louco, mas para quem é apaixonado por cachorro, o carinho e atenção do seu pet é o melhor tratamento.

 

1- Tutor Felícia

Você não pode ver o seu cachorro que aquela parte da sua personalidade similar à personagem Felícia surge com toda força. Mesmo sabendo que muitos pets ficam desconfortáveis com tanto abraço, é mais forte que você e quando já viu os braços já estão agarrados em seu cão.

 

Foto: Reprodução

 

2- Serial Beijoqueiro

Seu cachorro é vítima dos seus beijos e a cada novo encontro, que seja indo de um cômodo para o outro da casa, não tem como fugir. Atenção especial para a combinação de batom com cães de pelo claro, fazendo com que o beijo fique aparente.

 

Foto: Reprodução

 

3- Focinho com focinho

Entrando na pirâmide dos cheiros, o primeiro é o focinho canino que tem aquele cheirinho especial que esse tipo de tutor ama.

 

Foto: Reprodução

 

4- Cheirador de Patas

O segundo cheiro é para o tutor que é viciado na pata de seu cachorro. A loucura por patas é tamanha que alguns acreditam que a pata de seus cães têm cheiro de tortilla.

 

Foto: Reprodução

 

5- Barriguinhofilo

Em terceiro lugar está o barriguinhofilo. A visão dessa foto o faria entrar em surto e cheirar as barriguinhas dos cães sem parar, com aquele cheirinho que só essa parte anatômica canina possui. As vítimas mais comuns são os filhotinhos e suas barriguinhas fofinhas.

 

Foto: Reprodução

 

6- Carinhoso manual patológico

O grau é tão sério que você praticamente desenvolveu Lesão por Esforço Repetitivo (LER) por não conseguir parar de fazer carinho. Nesse caco em específico, a mão é a ferramenta utilizada. Os alvos mais comuns da anatomia canina são as orelhas, barriguinha e cabeça.

 

Foto: Reprodução

Leia mais: http://portaldodog.com.br/cachorros/listas/6-vicios-comuns-em-tutores-caninos-na-hora-do-carinho/#ixzz3aEjj43VY

Filhote mordendo nossa mão

Dizem por ai que toda brincadeira tem um fundo de verdade, mas tratando-se de cães podemos dizer o mesmo?

Quero abordar um assunto que normalmente é corriqueiro entre os donos de cães filhotes: as mordidas de “brincadeira”.

A fase de crescimento e desenvolvimento dos cães filhotes, pode ser considerada um treinamento para a vida adulta. Portando, toda brincadeira remete a uma realidade futura.

É durante a fase de desenvolvimento que os filhotes aprendem seu devido lugar na hierarquia da matilha, e demonstram traços importantes de suas características comportamentais.

É ainda nesta mesma fase que os cães filhotes aprendem a caçar, dominar, lutar, entre outras coisas, por meio das “brincadeiras” em matilha. Observe sua reação diante do filhote que mora em sua casa: você o cumprimenta com um tom de voz infantil, o afaga e beija, voltando-se para ele como se fosse uma criança? Ao trata-lo assim, como ele reage a você? Provavelmente o cãozinho o recebe cheio de energia, lambendo e mordendo tudo que estiver ao alcance dele. E é justamente neste ponto que o erro acontece.

Para o seu cão você é cheiro e energia, se você se apresentou de uma forma eufórica – um estado de energia desequilibrada, que o filhote não conheceu antes de sair dos cuidados da mãe -, com certeza ele assumirá, instantaneamente, o papel de líder na matilha de vocês. E crescerá convicto de que você é o mais fraco.

Então, não permita que seu cão morda sua mão ou qualquer outra parte do seu corpo, crie limites, pois para o seu amigo, toda brincadeira tem sim um fundo de verdade.

Numa brincadeira de morder vencerá aquele que der a última mordida, aquele que não recuar, por isso é importante que a correção aconteça no mesmo momento da brincadeira. Não adianta deixar para depois ou pensar que o comportamento vai simplesmente desaparecer. A natureza forma o filhote e nos entrega, mas somos nós que formamos o cão, lembrem-se disso.

Atentem-se para o período em que os dentes do filhote começam a surgir, a troca de dentição ocorre entre o terceiro e sétimo mês de vida do animal. Neste período, é normal que o seu amigo mordisque objetos para aliviar o incomodo na gengiva. Auxilie seu cãozinho nesta fase, deixando ao acesso dele brinquedos de borracha que o ajudem nessa transição.

Como evitar que o filhote morda nossas mãos e pés e formas de corrigir isso

1) Dê ao filhote (que já estiver devidamente vermifugado e vacinado!) boas doses de exercício diário, levando-o para passear. Isso pode diminuir alguns estímulos às mordidas.
2) Se ele mordiscar quando recebe carinho, corrija imediatamente, interrompa e dê um comando “NÃO”. Se persistir com as mordidas, pare a interação.
3) Se o cão brincar de morder em todas as interações com humanos, redirecione para brinquedos de borracha ou tecido.
4) Caso o cão morda e segure, pressione levemente a região do focinho próximo ao nariz. Essa pressão será suficiente para que o filhote abra a boca.
5) Quando chegar em casa pratique um exercício para acalmar seu filhote: não olhe diretamente para ele, não fale com ele e não o toque. Prossiga sua rotina normalmente, até perceber que o estado de euforia causado pela sua chegada, cessou.

Corrigir e dar limites ao seu cão é, certamente , uma forma de amor. Ame o seu amigo.

Fonte: Filhote mordendo nossa mão | Tudo Sobre Cachorros http://tudosobrecachorros.com.br/2014/07/filhote-mordendo-nossa-mao.html#ixzz3ZZIGyccK

10 curiosidades sobre gatos reveladas

Os amantes de pets que têm um felino como bicho de estimação já sabem que os mistérios que rondam a vida dos bichanos são muitos, e que é preciso tempo para conhecer bem o comportamento e a personalidade destes animais. Por isso, as curiosidades sobre gatos ainda são muitas, mesmo para quem tem um exemplar dentro de casa, e saber melhor sobre as atitudes mais frequentes em relação a determinadas emoções que estes felinos têm é importante, tanto para que seja possível “entender” o que o animal quer demonstrar como para oferecer uma vida com mais bem-estar à ele.

Os pedidos de carinho, o andar com a cauda levantada, os miados e os ronronados são apenas alguns dos comportamentos que costumam intrigar os amantes dos felinos e, pensando no pacote de mistérios que cada bichano leva consigo, selecionamos dez curiosidades sobre gatos que vão deixar você mais familiarizado com as atitudes do seu pet e permitir que a comunicação entre vocês seja cada vez mais clara e eficiente. Confira

  1. Pedido de carinho
    Quando um felino pede pelo carinho do dono é sinal de que ele deseja estreitar a relação, e se a cabeça for o local em que o animal quer receber o cafuné a situação pode ser considerada ainda mais afetuosa, já que é nesta região que os felinos da mesma espécie costumam se lamber para demonstrar amizade e confiança.
  2. Ronronados
    Produzido por uma vibração típica das cordas vocais dos felinos, o som do ronronar quer dizer que o gato está tentando chamar a atenção por algum motivo, seja por fome, para pedir carinhos ou para que se afaste de algo que considera perigoso. Ainda na fase de filhote já é possível presenciar os bichanos produzindo esse som enquanto mamam, sendo acompanhados no ronronar por suas mães.
  3. Miados
    Assim como os ronronados, os miados dos gatos são uma forma de chamar a atenção das pessoas ou de outros felinos. Enquanto os bichanos raramente miam um para o outro em situações rotineiras (guardando a voz para os momentos de briga ou acasalamento), eles costumam ‘falar’ bastante com seus donos e outros seres humanos, usando o som como uma forma de pedir por algo, (como comida ou colo).Curiosidades sobre o mundo dos felinos
  4. Brincadeiras
    Incentivando o instinto caçador do animal, as brincadeiras também são uma forma prática e divertida para que os felinos socializem entre si e com os seres humanos, demonstrando um sentimento de amizade. Quando curvam as costas e levantam o rabo, no entanto, é sinal de que a hora de brincar acabou para o bichano, e ele se retira do ambiente.
  5. Esconder emoções
    A dissimulação é uma característica bastante presente na vida dos bichanos, que não precisam (e não costumam) demonstrar muitas emoções para se comunicar. Justamente por ter um espírito bastante caçador, o gato prefere camuflar suas emoções para enganar e manipular os seus concorrentes, tentando se encolher quando com medo para fugir sem que percebam ou tentando parecer maior (levantando as costas e os pelos) para espantar o inimigo.
  6. Levantar o rabo na vertical
    O rabo levantado dos gatos é um ótimo sinal, já que pode ser considerado como um sinal de amizade, podendo ser direcionado tanto para outro felino como para os seres humanos de quem ele gosta.
  7. Incômodo ao tocarem nas patas
    Extremamente sensível, a almofadinha das patas felinas é uma ferramenta poderosa para o tato e a sensibilidade caçadora dos bichanos. Por isso, os gatos tendem a se sentir absolutamente incomodados quando alguém tenta mexer nessa região, que reúne os receptores que indicam a presença de algo na sua pata e as suas garras cheias de nervos.Dez curiosidades sobre felinos
  8. Se esfregar na perna do dono
    Outro sinal clássico da demonstração de amizade do gato, o ato de se esfregar nas pernas das pessoas demonstra afeição e confiança, sendo que, geralmente, o felino levanta o rabo (como explicado anteriormente) antes de começar a roçar nas pernas do humano de quem gosta.
  9. Levar animais mortos para casa
    Ao contrário do que muitos imaginam, quando o felino traz um animal morto para casa ele não quer alimentar as pessoas do lar ou algo do tipo, sendo esta atitude uma das poucas que ainda remete bastante à vida caçadora que costumava ser natural para os bichanos. Na realidade, o gato leva o animal morto para casa porque, segundo seus instintos, ele pretende comê-lo. Entretanto, os felinos domésticos preferem outro tipo de alimentação com a qual já estão mais acostumados, e acabam abandonando a presa.
  10. Não se dar bem com outros felinos
    Com exceção dos bichanos na sua própria família, a quem conhece desde a época de filhote, os gatos adultos tendem a não gostar de outros felinos, e isso pode provocar brigas intermináveis em casas com mais de um bichano. Separar áreas específicas para cada um dos animais pode ser uma boa forma de evitar as brigas constantes, já que o estresse e o nível de medo que um felino mais jovem pode sentir de gatos mais experientes pode até levá-lo ao óbito.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/curiosidades-gatos/

Donos de cães e gatos têm personalidades bem diferentes

Cada vez mais presentes na vida cotidiana da atualidade, os cães e gatos já fazem parte dos lares de muitos e muitos brasileiros, fazendo com que mais atenção seja dispensada em relação ao tema pets e que o segmento de esforce para ter sempre novas ideias e produtos para conquistar o consumidor.

No entanto, embora haja pessoas que afirmam amar tanto cachorros como felinos da mesma forma, na grande maioria dos casos há uma preferência definida na mente de quem opta por ter um animal de estimação dentro de casa, e a Universidade Carroll, dos Estados Unidos, acaba de realizar um estudo especial sobre o assunto, mostrando como os cães e gatos podem ter favoritismo nessa disputa e quais são as principais diferenças na personalidade de quem opta por cada um deles.

Realizada com a participação de 600 estudantes universitários, a pesquisa que foi divulgada em evento da Associação de Ciência Psicológica, na cidade de São Francisco, foi focada na preferência das pessoas por cães ou gatos e também abordou as qualidades que os entrevistados mais apreciam nos seus animais de estimação.

Provando, mais uma vez, que a preferência mundial ainda é dos cachorros, o estudo revelou que 60% dos entrevistados amam os cães, enquanto apenas 11% se declararam amantes do mundo dos felinos. Os demais participantes do projeto afirmaram gostar de ambos os animais ou nenhum deles.

De acordo com a análise, a personalidade do tutor seria mais parecida com a do animal escolhido como pet e, portanto, uma pessoa mais independente e desconfiada, por exemplo, teria mais chances de escolher um gato como bicho de estimação, já que a personalidade do animal é mais parecida com o perfil desse tutor. O mesmo ocorre no caso dos cães, que acabam tendo donos mais extrovertidos e sociáveis.

Confira, a seguir, quais são as características mais marcantes dos donos de gatos e dos tutores que têm cães de estimação dentro de casa:

Donos de cães

  • Tendem a ser mais sociáveis e mais ativos que os donos de felinos
  • Geralmente, seguem mais regras do que os tutores de gatos
  • Gosta bastante de interagir com as pessoas, levando seu pet para passear com frequência

Donos de gatos

  • Tem uma tendência maior a serem introvertidos e mais sensíveis
  • Apesar de introvertidos, costumam ter a mente bastante aberta
  • Podem não seguir tanto as regras como os donos de cachorros

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/noticias/caes-gatos/

Existem animais com Síndrome de Down?

Sim. “Primatas com um cromossomo extra equivalente ao cromossomo 21, que causa a síndrome de Down nos humanos, já foram identificados”, afirma o pesquisador Charles J. Epstein, da Universidade da Califórnia, em São Francisco. Os portadores da síndrome de Down – cerca de uma pessoa a cada 800 nascimentos – apresentam três cromossomos 21, em vez de apenas um par. Em outros mamíferos, a incidência dessa alteração genética, também chamada de trissomia, é rara.

O caso mais famoso é o da chimpanzé Jama, nascida em 1968, nos Estados Unidos, que não resistiu e morreu 18 meses depois – os chimpanzés saudáveis vivem até 50 anos. O cromossomo extra de Jama provocou baixo tônus muscular, desenvolvimento neurológico atrasado e doenças do coração congênitas – manifestações comuns em humanos com Down. Os chimpanzés têm 24 pares de cromossomos, contra 23 dos humanos.

Hoje, os cientistas conseguem induzir trissomias em ratos de laboratório desde a gestação dos animais. Segundo Roger Reeves, professor de Fisiologia da Universidade de Medicina Johns Hopkins, nos Estados Unidos, “essas pesquisas com ratos podem identificar caminhos para reduzir a incidência de câncer, doenças do coração congênitas e talvez até do mal de Alzheimer em toda a população, e não apenas em quem tem síndrome de Down”.

A síndrome de Down, tanto em humanos quanto nos animais, não tem cura. No nosso caso, tratamentos médicos e educacionais servem para prevenir e amenizar os sintomas causados por ela e possibilitar que os pacientes possam levar uma vida normal.

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/existem-animais-com-a-doenca

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