Verduras e legumes proibidos para os cães

Verduras e legumes proibidos para os cães

As verduras e legumes, em geral, são uma das coisas mais desejadas no cardápio da maioria das pessoas do mundo e, por incrível que pareça, também são muito apreciadas pelos cães domésticos. Existe um grande debate em torno do assunto de oferecer ou não verduras e legumes para os pets. Hoje em dia, sabemos que tal feito não é uma prática incorreta e nem algo que deva ser evitado pelos tutores de cães, já que sabemos que as verduras e legumes são excelentes fontes de nutrientes e colaboram na fisiologia dos animais.

Como afirmado anteriormente, as verduras e legumes podem ser uma ótima escolha para complementar o cardápio dos cães, porém deve-se ter bastante cautela na hora da escolha do ítem para o fornecimento. Existem verduras e legumes que não são aconselhadas para o oferecimento e outras que não podem ser ofertadas por hipótese alguma, pois podem ser tóxicas ou maléficas para o organismo dos animais, levando assim a um quadro clínico severo e até à morte do cão.

É importante que antes de qualquer novo alimento ser fornecido ao animal, o médico veterinário possa estar ciente e autorizá-lo ao consumo, a fim de prevenir danos maiores ao nossos amigos de quatro patas.

As comidas dos cães devem sempre ser receitadas por um profissional médico veterinário, pois não podem ser administradas de forma exacerbada. Não é correto fornecer nenhum tipo de alimento sem antes se informar dos benefícios e dos malefícios que ele pode causar ao ser ingerido. Em casos de cães que ingiram, acidentalmente ou não, substâncias ou alimentos que não são recomendados, o animal deve ser encaminhado imediatamente a um médico veterinário para uma avaliação do quadro. É importante ressaltar, que a alimentação do nosso amigo de quatro patas deve ser balanceada e que cubra todas as exigências nutricionais que o cão precisa para gozar de uma boa saúde. Observando qualquer anormalidade no animal, é de suma importância que seja feita uma avaliação por um médico veterinário.

Atualmente, existem tutores de cães que aboliram o uso da ração e ficaram adeptos das comidas caseiras (comidas naturais). Essa prática vem crescendo a cada dia mais em todo o mundo, inclusive tendo uma grande influência no Brasil. Existem empresas que fornecem a alimentação natural já pronta para o consumo do pet, tendo todas as exigências nutricionais desejadas. Os tutores que preferem elaborar a comida natural em casa, devem se conscientizar da importância do acompanhamento de um profissional habilitado, para orientá-lo no desenvolvimento de um cardápio saudável.

As verduras e legumes que não devem ser fornecidas aos seus cães, são:

Cebola: A cebola é um ingrediente que deve ser abolido da alimentação dos pets. A cebola, além de não tem uma boa palatabilidade por ter um gosto bastante forte,  contém uma substância chamada dissulfeto de n-propil. Essa substância é bastante maléfica para os pets, pois destrói os glóbulos vermelhos do sangue, causando assim severa anemia. Não forneça por hipótese alguma ao pet, evite a anemia severa, pois dependendo do caso, o animal pode ser indicado até à transfusão de sangue.

Mandioca brava:  A mandioca brava é extremamente tóxica tanto para os animais quanto para os seres humanos. Ela deve ter uma atenção especial no momento da compra, pois  pode ser facilmente confundida com a mandioca mansa. A ingestão pode ser bastante danosa para os pets, pois causam náuseas, distúrbio gastrointestinais, vômitos, cólicas, diarreias, midríase, opistótono (conhecido também como: olhar para as estrelas), cianose, distúrbios cardíacos e etc. Na maioria dos casos leva à morte do animal.

Pimenta: A pimenta não é aceita pelo os cães devido à sua ardência e desconforto oral na hora da ingestão. Em muitos casos, a pimenta pode causar gastrite no cão. Não se deve de maneira alguma inclui-la no cardápio do cão.

Brotos da batata: O broto de batata pode ser extremamente tóxico para um cão doméstico. Pesquisas realizadas afirmam, que os brotos de batata afetam o sistema nervoso central (SNC) e pode causar problemas gastroentéricos nos cães.

Batata crua: As batatas, quando são fornecidas sem estar devidamente cozidas, podem ser bastante prejudiciais ao animal. Por conter uma substância chamada solamina, a batata crua pode ser tóxica ao animal. As batatas podem ser ofertadas ao animal sem problema algum, porém deve estar bem cozidas.

Alho: O alho, assim como a cebola, como dito anteriormente, não tem uma boa palatabilidade para os cães, sendo a comida muitas vezes rejeitada pelos cães por conter o gosto forte do alho. Assim como a cebola, o alho contém a substância dissulfeto de n-propil que destrói os glóbulos vermelhos do sangue do animal. Não deve ser ofertada de forma alguma o alho e a cebola para os animais.

Batata verde: Assim como a batata crua, a batata verde contém uma substância tóxica para os cães domésticos. A substância tóxica chamada de solanina que está presente também nas batatas verdes pode causar uma disfunção gastroentérica no animal, podendo levar o animal a óbito.

Tomate verde: Os tomates verdes (aqueles que ainda não ficaram maduros), são bastante consumidos pelos cães principalmente em sítios e fazendas, por estarem mais ao acesso dos animais. Os tomates verdes podem causar arritmias cardíacas nos cães, como também, dificuldade de respirar, salivação abundante, diarreia e vômito. Os pés de tomates devem ficar fora do alcance dos cães, evitando assim, o consumo dos mesmos.

Folhas e caules de plantas: Muitos tutores têm a prática de fornecer ao seu cão o legume junto com a folha e o caule da planta. Isso é uma prática totalmente errônea, pois já é provado que isso causa danos e compromete a fisiologia normal do animal. O correto é que, na hora se servir os legumes, seja retirada qualquer tipo de folha ou de caule proveniente da planta.
Fonte: http://portaldodog.com.br/cachorros/adultos-cachorros/alimentacao-adulto/verduras-e-legumes-proibidos-para-os-caes/#ixzz3PZVng8P4

Arranhador: como fazer seu gato usar

Você não precisa mostrar a um gato como utilizar um arranhador – eles já sabem! Além disso, segurar seu gato no arranhador e forçá-lo a arrastar suas garras pode realmente assustar seu gatinho e ensinar-lhe a evitar coçar-se no arranhador completamente.

No entanto, você deve recompensar seu gato pela devida etiqueta de se coçar com louvor e um delicioso mimo para reforçar o bom comportamento. Você também pode incentivar seu gato a investigar os arranhadores esfregando erva do gato neles ou pendurando brinquedos no topo. Tenha cuidado ao colocar os arranhadores em áreas onde o gato pode usá-lo para subir.

Por último, não jogue fora o arranhador favorito do seu gato quando ele se tornar desagradável. Muitos gatos preferem objetos desfiados e rasgados porque podem realmente afundarem suas garras neles e saber que eles o marcaram como as próprias glândulas de cheiro em suas patas traseiras.

Fonte: Tudo Sobre Gatos | Arranhador: como fazer seu gato usar | Tudo Sobre Gatos

Ração para Cães Idosos – Cuidados com o pet na terceira idade

Uma boa alimentação pode quase dobrar a expectativa de vida de cachorros, e isso pode ser alcançado com uma alimentação correta à base de ração e sem alimentos temperados, doces ou salgados demais. Principalmente quando estão chegando à terceira idade, cães precisam de cuidados com o que comem e o uso de ração para cães idosos é indicado.

Em alguns casos é necessária até mesmo uma dieta especial, já que conforme o tempo passa vai ficando cada vez mais difícil para o organismo dos cães processar os alimentos ingeridos, já que seu metabolismo fica mais lento.

Como cães idosos gastam menos energia, uma boa ração para cães idosos deve ter menos proteínas e calorias, ao mesmo tempo tem mais vitaminas, essenciais para ajudar na saúde do pet, ajudando a evitar doenças e mantendo uma boa saúde. A melhor escolha é sempre seguir o indicado pelo veterinário, já que nem sempre apenas diminuir a quantidade da ração costumeira pode resolver esses problemas – pelo contrário, o seu cão pode não ficar obeso pela diminuição da porção, mas estar sujeito a vários outros riscos que uma ração específica poderia evitar.

Esse tipo de ração pode ajudar na prevenção da osteoporose canina, que é a perda de massa óssea, que leva ao desgaste excessivo dos ossos, problemas cardíacos e até renais. Algumas delas podem ser mais específicas ainda, como rações Light para cães que estão acima do peso ou até obesos com a chegada da idade e rações mais macias, para aqueles que já estão com alguns dentes caindo ou mais sensíveis e não conseguem mastigar a ração comum.

Cães idosos merecem tantos cuidados especiais quanto quando eram filhotes, ou até mais, após tantos anos de convívio e a alimentação correta pode garantir muitos outros anos pela frente, com seu pet saudável de verdade.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/racao-caes-idosos/

Carrapato em Gatos – Gato também pega carrapato?

É comum se falar sobre cachorros com carrapato, mas poucas pessoas sabem que os felinos também não estão livres deste problema. O carrapato em gatos, apesar de um pouco menos comum (pois, geralmente, os gatinhos são criados dentro de casa e saem menos à rua), é tão prejudicial quanto o é nos cachorros, e apenas a atenção do dono pode garantir que o felino não passe por este problema.

A simples presença do carrapato em gatos já gera um enorme desconforto, pois os felinos sentem muita coceira e podem acabar se machucando ao tentarem se livrar daquele corpo estranho preso a eles. Além disso, os felinos também podem acabar contraindo doenças como a erlichiose felina ou a febre maculosa, que são zoonoses e podem, até mesmo, ser transmitidas ao ser humano.

Como meu gato pegou carrapato?

Um passeio à rua, em uma chácara ou, até mesmo, pelo quintal e jardim da sua casa podem ter sido suficientes para a infestação do seu bichano. Com isso, aqui cabem algumas dicas importantes:

  • A prevenção dos carrapatos deve ser feita no corpo dos animais e também nos ambientes em que eles vivem, utilizando-se de produtos carrapaticidas indicados por profissionais;
  • Não adianta desinfestar o seu bichano se o ambiente seguir repleto de carrapatos. Ele será reinfestado quantas vezes forem, até que o ambiente também seja desinfestado;
  • Após saídas de casa, faça uma inspeção completa no seu bichano – especialmente se ele tiver pelos longos, que são muito mais atrativos para esses parasitas – e verifique se ele não possui nenhum carrapato preso a si;
  • Existem, no mercado, diversos modos preventivos contra carrapatos bastante eficientes, desde produtos para serem aplicados durante o banho até coleiras que impedem a aproximação dos carrapatos. Consulte um veterinário acerca destas opções antes de optar por qualquer uma delas.

Encontrei um carrapato no meu gato, posso tirar com a mão ou com uma pinça comum?

Não! A extração incorreta de um carrapato que está preso ao corpo do seu pet pode fazer com que alguma parte do parasita ainda fique presa na pele, ocasionando alergias e infecções diversas.

É possível encontrar pinças especiais para a retirada de carrapatos, que contam com um passo-a-passo detalhado sobre como utilizá-las da forma correta. Você pode, com o auxílio de uma dessas pinças, retirar carrapatos do seu gato em casa mesmo, mas o melhor recomendado é que o procedimento seja feito por um profissional de sua confiança.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/carrapato/

Como exercitar seu gato

Os gatinhos, entre um cochilo daqui e outro de lá, estão sempre prontos para o movimento. A atividade física com frequência tem muitos benefícios: faz o gatinho ter um comportamento melhor, por estar entretido, ajuda na prevenção de obesidade e os riscos associados a ela. No mundo dos bichanos, o exercício é um estimulo físico e mental.

Através de brincadeiras, você faz o animal interagir contigo e o mantém e responsivo a você. Dois gatos é melhor do que um. Eles fazem companhia um ao outro, e podem brincar juntos. No mundo dos bichanos, o nível de atividade alcança  o máximo no início da manhã e pela noite.

Brinquedos e jogos seguros

Brinquedos mais resistentes, que não tenham peças pequenas para serem engolidas, deve ser a escolha. No mundo dos gatinhos, alguns petiscos podem ser guardados para incentiva-los a procurar e caçar. Mesmo com a cena clássica de gato brincando com novelos de lã, estes objetos são perigosos se forem engolidos, melhor manter longe ou ficar observando enquanto ele brinca.

Pendurar algum brinquedo em uma vara, usando uma corda, como se fosse vara de pescar, e mantê-la embaixo, ajuda a evitar que o gato dê pulos arriscados.  Correr atrás de bolinhas de ping-pong é uma grande diversão para eles. Uma ideia é de colocar em um pote uma pequena porção de qualquer alimento ou petisco e cobrir com camadas de papel. O gato vai tentar comer tentando tirar o papel que foi colocado em cima.

É importante incentivar o gato a utilizar os brinquedos que você liberou. No mundo dos bichanos, o objetivo principal de exercita-los é para estimula-los a caçar, fazendo com que eles se movimentem. Algumas opções de brinquedos que podem ser oferecidos aos gatinhos sem apresentar complicações á saúde: caixas e tubos de papelão, sacos de papel, quadro para arranhar. Os brinquedos que são arremessados para que o gato vá em busca dele, como bolinhas de pingue pongue, são de muito sucesso. Os gatos precisam ser recompensados sempre que fazem algum truque difícil.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/mundo-bichanos/

Castração de gatos machos – As vantagens de se castrar um gato macho

A castração de animais tem sido muito indicada em áreas de grande concentração de cães e gatos, principalmente a castração de gatos. Como a quantidade de gatos nas ruas é muito grande, uma boa maneira de evitar que esse número continue a crescer é com a esterilização, ou castração dos gatos. Além de trazer muitos benefícios para a saúde do animal.

A castração de gatos machos é feita através de um procedimento cirúrgico onde são removidos os testículos. Os testículos são responsáveis pela produção da maior parte do hormônio sexual masculino, a testosterona. Ao remover os testículos cirurgicamente, a produção da testosterona é quase que totalmente interrompida, tornando o gato macho infértil, isto é, incapaz de se reproduzir.

O procedimento de castração normalmente é realizado a partir dos 6 meses ou até um ano de idade do gato, dependendo do desenvolvimento da genitália do animal.

A cirurgia de castração é considerada simples, apesar de o gato precisar de anestesia geral para que a operação possa ser realizada. Na maioria das vezes o gato volta da clínica no mesmo dia em que a cirurgia é feita.

O pós-operatório da castração de gatos também não deve ser nada complicado. O gato terá que tomar medicação nos dias seguintes da cirurgia e provavelmente terá que usar um colar protetor ou uma roupinha especial para gatos usarem depois de fazerem procedimentos cirúrgicos.

A castração traz muitos benefícios, tanto para o gato quanto para seu dono. Ela evita os comportamentos típicos de gatos machos, como marcação de território através do xixi, o comportamento de arranhar e afiar as unhas nos móveis da casa, além da evitar também a reprodução indesejada. Imagine que sua casa vai ficar sempre limpa e livre daquele cheiro forte de urina que os gatos machos têm! Mas é bom saber que em alguns casos o gato já adquiriu o hábito de urinar nos lugares e pode ser que isso não mude mesmo após a castração.

A castração de gatos machos pode fazer com que eles fiquem menos agressivos. A expectativa de vida de um gato castrado é de 15 a 17 anos, enquanto a de um gato não castrado não chega a 10 anos de idade. Os gatos não castrados que moram na rua tem expectativa de vida menor ainda.

Faça seu gato castrado beber bastante água todos os dias, pois gatos castrados tendem a urinar menos ao longo do dia, fazendo com que apareçam cálculos urinários. Coloque um bebedouro de água corrente para seu gato, ele irá adorar beber a água corrente e fresquinha. Troque a ração dele também, ofereça a ele uma ração específica para gatos castrados.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/castracao-gatos-machos/

Passear com Gato – Dicas rápidas e interessantes

Não se preocupe, você não leu errado. O título da matéria é realmente “passear com gato”. Agora você deve estar se perguntando “Como? Gatos são animais extremamente caseiros!”. Vamos explicar aqui quais são as vantagens de levar seu gatinho passear.

Pesquisas recentes revelam que o hábito de sair para passear com seu gato podem devolver a ele alguns instintos primitivos que ele não usa na vida dentro de casa, como caçar e se aventurar em lugares que ele não conhece. Passear com gato pode devolver a liberdade dele, sem que ele corra riscos de ser atacado por outro animal, envenenado ou atropelado na rua.

Porém, deve-se ter em mente também que muitos gatos se arrepiam e morrem de medo de saírem de casa, é importante respeitar o felino nessa hora. Se ele não se incomodar, não mostrar medo, ótimo, ele provavelmente vai adorar o passeio. Agora, se ele ficar muito amedrontado e arredio, não o force a sair. O estresse que o gatinho vai passar na rua pode lhe fazer muito mal posteriormente.

Gatos são animais extremamente obcecados por controle do território deles, a maioria não consegue relaxar se não conhece detalhadamente o ambiente em que estão. Gostam também de sempre terem um “’esconderijo”, um lugarzinho onde eles se sintam seguros e protegidos. Por isso, na hora do passeio com seu gato, leve-o sempre no mesmo lugar, por exemplo, na mesma praça, na mesma casa de amigos ou parentes, na mesma creche, etc. E leve junto também sempre a caixinha de transporte dele e deixe-a por perto, aberta. Assim, se ele sentir necessidade, ele pode se esconder a hora que quiser.

Veja aqui alguns pré-requisitos para passear com seu gatinho de forma segura. Antes de começar a levar um gato passear, deixe ele se acostumar a usar o peitoral e a guia dentro de casa. Sempre fique de olho enquanto ele usa a coleira dentro de casa, para ver se ele está se adaptando bem. Não deixe as coleiras muito frouxas, para que ele não consiga tirá-las, nem muito justas, para não machucar o bichano. Para aumentar a segurança no passeio fora de casa, coloque a peitoral com uma coleira em volta do pescoço.

Fique sempre de olho no comportamento do gato durante o passeio. Veja se ele não está muito assustado, nem muito triste. Às vezes ele pode ficar até esperto demais, muito caçador, arteiro. É fundamental que seu gato goste muito de passear e sair de casa com a coleira. Caso ele mostre sinais de que não está gostando do passeio, ou que não quer mais sair passear, fique atento e procure a ajuda de um especialista em comportamento animal.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/passear/

Verdadeiro ou falso? Descubra os 7 maiores mitos sobre gatos

No Egito Antigo, os gatos eram adorados, sendo considerados guardiões do mundo dos mortos. No Império Romano, eram associados à deusa da caça, e na Idade Média, foram associados à feitiçaria, ocultismo e até mesmo aos ritos satânicos, o que deu origem à maior parte dos mitos sobre gatos que permeiam o imaginário social na atualidade.

Mas quem tem um bichano em casa sabe que esses animais são companheiros de inestimável valor, amigos, carinhosos, encantadores e muito inteligentes, ao contrário do que aludem os mitos sobre gatos.

Vamos desvendar algumas dessas injustiças sobre felinos?

  1. Gatos são interesseirosOs bichanos não são obedientes feito os cães, e só vêm até nós quando querem. Essa característica da espécie parece não agradar muitas pessoas, que por não compreenderem a natureza dos felinos os humanizam, julgando-os traiçoeiros ou interesseiros.
  2. Gatos têm sete vidasO fato dos gatos saltarem longas distâncias e caírem em pé provavelmente foi o algoz deste mito que, claro, não é verdade. Os gatos possuem apenas uma única e preciosa vida.
  3. Gato preto da azarOriginário da Idade Média, esta lenda sobre gatos pretos está tão consolidada que algumas pessoas chegam a ter fobia ao vê-los. Em alguns países do Oriente, os gatos pretos são associados à boa sorte.
  4. Os gatos sempre caem em péAo saltar de uma distância mínima de 60 cm, o gato pode sim cair em pé, pois tem tempo para se virar. Mas não experimente atirá-lo da sacada do décimo andar do apartamento, porque provavelmente ele não suportará o impacto da queda.
  5. Comer carne de gato cura asmaEsse é um dos mitos mais antigos, advinda de algumas religiões pagãs que acreditavam que a carne do gato continha o poder de cura. Cientificamente, não existe nenhum fundamento.
  6. Gato transmite asmaA asma felina é diferente da asma humana e não existe transmissão da doença de um para o outro.
  7. Gatos não se pegam aos donos, mas à casaEsse é um dos mitos sobre gatos mais difundidos. Sendo animais sociais, os gatos se apegam, sim, aos donos. A tendência é de que acompanhem sempre a família, onde quer que ela se estabeleça.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/mitos-sobre-gatos/