Saiba como escolher a melhor areia higiênica para seu gato

Saiba como escolher a melhor areia higiênica para seu gato

Quem já teve ou tem gato sabe: achar a melhor areia higiênica para o animal é um desafio, pois precisamos pensar no custo-benefício do produto e na saúde do animal, o que muitas vezes não é fácil de encontrar por aí.

Pensando nos donos de primeira viagem e até nos mais experientes que ainda não encontraram a areia sanitária ideal para o bichano, temos dicas importantes na hora de comprar a areia higiênica. Vamos a elas?

O que escolher e pesquisar sobre areia higiênica?

Primeiramente, não leve em conta o quesito preço-peso porque um granulado higiênico mais barato não rende da mesma forma nem é tão prático quanto aqueles que oferecem maior custo-benefício. Isso porque areias de baixa qualidade normalmente não são boas, já que de forma geral são muito utilizadas, fazem sujeira e nem sempre absorvem de forma satisfatória a urina do animal.

Fique de olho na embalagem do produto. Se areia formar torrão, por exemplo, estará contida esta informação na embalagem. E por falar em torrão, isso deve ser levado em conta na hora da aquisição da areia porque facilita a limpeza da caixa. Olhe a quantidade de absorção de líquido. As areias consideradas melhores são aquelas que absorvem mais líquido que seu próprio peso.

Quer mais dicas?

Areias perfumadas nem sempre são boas porque podem conter produtos químicos que fazem mal tanto para os donos como para os gatos. O ideal é que você escolha aquelas que inibam o odor. São as que têm bicarbonato de sódio e algumas outras substâncias, por exemplo.

A última e talvez a mais legal das dicas é da areia biodegradável. Caso você queira comprar um granulado higiênico deste tipo saiba que você poderá descartá-lo no vaso sanitário ou até no jardim, dependo do tipo de areia. Assim, você não gera tanto lixo, tem mais facilidade na hora da limpeza da caixinha e ainda contribui para o meio ambiente.

Nossos gatos são como se fossem nossos filhos e nunca é demais tratá-los com carinho, amor e oferecer o nosso melhor, que pode ser traduzido em bons produtos, como uma boa areia higiênica para facilitar nossas vidas e dos nossos bichanos.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/areia-higienica/

Síndromes de Gato – Coisas da terceira idade

As síndromes de gato são algo comum em bichanos com idade mais avançada, e diferentes doenças e complicações podem aparecer nos felinos idosos como parte disso. A prevenção por meio da observação e de exames rotineiros em seu pet é de extrema importância quando os gatos chegam à “terceira idade”, e visitas constantes – pelo menos uma vez a cada seis meses – ao médico veterinário são primordiais para garantir uma vida plena e de qualidade para seu bichano.

Entre as doenças mais comuns que envolvem as síndromes de gato podem ser citados problemas cardíacos, dentários, de insuficiência renal, hipertensão, diabetes mellitus, cancros, hipertiroidismo e doenças inflamatórias intestinais, sendo que em função da idade avançada, não é difícil que mais de uma (ou várias) destas complicações se manifeste simultaneamente no bichano.

Problemas urinários e de obesidade também podem acometer os gatos idosos, no entanto, quando o felino recebe uma alimentação devidamente balanceada e toma todas as vacinas indicadas pelo veterinário, torna-se mais fácil tanto a prevenção como a cura de doenças frequentes em idade avançada.

Tendo em vista que a expectativa média de vida de um gato na rua é de dez anos, não é difícil perceber as vantagens que podem ser adquiridas para sua saúde quando o felino tem um lar aconchegante e um bom tratamento por parte de seus donos, já que, vivendo desta forma, a expectativa de vida dos bichanos pode chegar a até 20 anos.

Calcificação nas vértebras da coluna, hérnia de disco, piometra e tumores também podem aparecer com mais facilidade no gato idoso, e justamente por isso as visitas constantes ao veterinário são tão importantes para os bichanos velhinhos.

Por meio de exames de urina, fezes, proteínas, tiroxina (para detecção de um possível hipertiroidismo), hemogramas e testes de leucemia, o profissional pode detectar doenças ou possíveis complicações futuras, já podendo medicá-lo e, consequentemente, previnir boa parte dos problemas mais frequentes na terceira idade felina.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/sindromes-gato/

Higiene animal: o tempo entre banhos recomendável

A raça e o perfil devem ser considerados quando o assunto for higiene. Existe a rotina de hábitos estipulados por seus donos, assim como a pelagem do animal, que pode ser mais curta, mais densa ou comprida. Fatores a serem considerados ao verificar o tempo entre banhos recomendável.

Ainda assim, de modo geral, quinze dias de espaçamento para a higiene é o mais indicado. Em alguns casos, dependendo das características, esse período pode variar, pode seguir a orientação e ainda assim ter alguns reforços na higiene intermediária no tempo entre banhos.

A complementação, quando necessária antes do período de espaçamento para a higiene, pode ser com talcos específicos, escovação e até uma solução com água, álcool e vinagre branco em partes iguais , que pode ser passada com o auxílio de um pano umedecido.

Receita de um bom banho

Antes de submeter o cachorro ao banho, uma escovação é recomendada para que os pelos soltos saiam, ajudando na eficácia posterior, principalmente quando o tempo entre duchas for superior ao recomendado. Escovado o pelo, é hora do banho! Mas para a temperatura da água, a regra é o bom senso! Não tão quente, tampouco fria, o correto é uma temperatura “morna”. Cuidado especial deve ser observado em dias frios ou quentes demais. 

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Ao utilizar produtos em seu cão, eles nunca devem ser os mesmos utilizados em humanos. Para o momento do banho o correto é a utilização de produtos específicos para cães, como sabão veterinário.

Alguns cuidados especiais se referem às orelhas, que devem ser levemente tampadas com algodão, bem como a secagem, que deve ser bem feita. A utilização de um secador é válida, porém se ele ficar muito “arredio”, seque-o o máximo possível com uma toalha e deixe-o ao sol por um tempo.

Observações importantes

Pode acontecer, que mesmo antes de terminar o tempo entre banhos indicado, seu cão tenha aprontado e ido para a “lama”, ficando totalmente “irreconhecível”, resista a vontade de utilizar uma mangueira externa para o banho, pois a água é gelada, podendo fazer mal para a saúde do cão, bem como colaborando para a ineficácia da limpeza que é melhor com água morna.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/tempo-entre-banhos/

Cachorro surdo – Como identificar a surdez em cães

A surdez em cães é um problema mais comum do que se possa imaginar e, também ao contrário do que se imagina, um cachorro surdo não é incapaz de aprender as regras básicas de convivência em casa.

Um cachorro surdo, além de tão inteligente quanto qualquer outro cão, é perfeitamente capaz de aprender e amar o seu dono, sendo apenas necessário um pouco mais de paciência e atenção até que cachorro e dono se adaptem um ao outro e aprendam a se comunicar entre si.

Como saber se meu cachorro está surdo?

Um cão pode nascer surdo ou adquirir a doença ao longo da vida, por uma série de fatores diversos, sendo a otite uma das causas mais conhecidas. Em qualquer dos casos, é possível identificar que seu cachorro está surdo através de sintomas como:

  • Tempo exagerado de sono;
  • Coceira frequente nas orelhas, que podem apresentar mau cheiro e sensibilidade ao toque (dor);
  • Cachorro agitando frequentemente a cabeça;
  • Latidos em excesso e sem motivo aparente;
  • Desobediência a chamados, além de indiferença aos demais sons e não acordar quando for chamado apenas vocalmente.

A surdez pode ou não ser revertida, cabendo ao médico veterinário identificar o tipo de surdez que está acometendo o seu pet, por isso não hesite em consultá-lo quando perceber um ou mais destes sintomas no seu amigão.

Algumas raças de cães possuem mais propensão à surdez

Estudiosos apontam que algumas raças de cachorros podem ser mais propensas à surdez do que outras, mas é necessário termos em mente que cachorros de todas as raças podem ficar surdos, o que ocorre com determinadas raças é apenas uma maior possibilidade devido a fatores. As raças mais propensas à surdez são:

  • Akita, Boxer, Beagle, Dálmata, Cocker Spaniel;
  • Daschund, Jack Russell Terrier, Papillon, Maltês;
  • Poodle, Pastor Alemão, Rottweiler e São Bernardo.

Acredita-se, ainda, que cães albinos possuem genes ligados à surdez e também à cegueira, sendo que as raças Dogue Alemão e Dálmata são as mais afetadas.

Antes de comprar um cão, informe-se sobre a genética de linhagem e se certifique da confiabilidade do canil e da saúde do filhote que você está levando para casa. Além disso, é importante lembrarmos, novamente, que cães surdos podem, sim, ser adestrados e conviver sem maiores problemas com seus donos.

10 dicas para lidar com seu cachorro surdo

  • Seja sempre gentil com o seu cachorro;
  • Aprenda a se comunicar com o cachorro através de gestos e toques;
  • Treine-o continuamente e sempre pratique os exercícios de aprendizado;
  • Utilize muitas recompensas, sejam petiscos, carinhos ou brinquedos, para incentivar o adestramento;
  • Inicialmente, esteja sempre com ele preso a você através da coleira, para que a confiança seja criada;
  • Não se esqueça de mantê-lo, durante todo o tempo, com uma coleira e placa de identificação, com o nome do cachorro e o seu telefone para contato. Junto com estas informações, inclua uma etiqueta com a menção “SURDO”;
  • Permita que ele se aproxime de pessoas diferentes farejando as mãos delas;
  • Para segurança, mantenha sempre bem fechados os espaços exteriores  da casa ocupados pelo seu pet;
  • Faça-o saber, sempre, que você está por perto;
  • Ame-o e o aceite!

Fonte: http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/surdos/

Gatos agressivos – Motivos e soluções

Uma série de palestras fez parte do I Encontro de Terapeutas do Comportamento Animal (evento realizado paralelamente à Pet South America 2014), e os gatos agressivos foram o tema de uma das apresentações, ministrada pela doutora veterinária Daniela Ramos. Abordando o comportamento de felinos considerados ariscos ou violentos, a especialista discursou sobre os variados motivos que podem levar a esse tipo de situação, apontando alternativas para lidar com a complicação.

Segundo Daniela, em boa parte dos casos, os gatos agressivos apresentam esse tipo de comportamento em função de algum tipo de medo, incômodo ou até querendo brincar – e é necessário identificar o que causa a agressividade do animal para que seja possível contornar a situação e modificar o comportamento; condicionando o felino a um tipo de atitude mais tranqüila diante de alguma ocorrência que não lhe agrade.

Gatos agressivos

“Os gatos, por natureza, já brincam de uma forma que pode ser considerada um pouco mais selvagem; e quando brincadeiras com as unhas e com mordidinhas são incentivado pelo dono do pet quando o felino ainda é filhote – e as unhadas e mordidas não machucam – isso pode se tornar um problema no futuro”, explica a especialista.

De acordo com ela, também há casos em que os tutores de gatos extremamente agressivos consideram esse tipo de comportamento muito normal – juntamente pelo fato de os felinos serem mais ‘selvagens’ por natureza – e acabam contribuindo para a violência do animal; já que nenhuma medida é tomada para amenizar ou acabar com o problema.

Em uma pesquisa específica feita com 107 proprietários que levaram seus gatos de estimação para consultas de rotina em clínicas veterinárias, 49,5% dos tutores afirmaram ter felinos agressivos em casa, sendo que as principais situações em que algum tipo de violência foi apresentado são:

  • Enquanto o gato é acariciado
  • Enquanto o gato brinca
  • Enquanto o gato está protegendo seu território ou comida
  • Quando o gato está assustado ou entra em contato com um animal desconhecido
  • Quando o felino entra em contato com uma pessoa desconhecida

Em função disso, uma série de testes foi feita para medir os níveis de estresse nos felinos que apresentavam esse tipo de atitude mais arisca, revelando que os gatos que toleravam carinhos por muito tempo sem atacar apresentavam índices altíssimos de estresse – ao passo que os felinos que atacavam quando incomodados pelos carinhos destacavam níveis inferiores nesse sentido.

“O gato é um animal semi-social, e não tem o mesmo repertório do cão para mostrar quando não quer contato, por exemplo. Proximidade demais é algo incompatível com muitos gatos, e a vida em espaços menores e mais fechados contribui para esse tipo de situação de agressividade; já que o felino é obrigado a conviver nesse ambiente e a desenvolver comportamentos sociais que não são naturais para ele, tornando-se agressivo”, esclarece Daniela.

Para resolver o problema, portanto, é fundamental que a complicação não seja subestimada e que o tutor do animal tenha a orientação adequada, estando aberto a mudanças e otimista em relação aos resultados dos seus esforços pra mudar o comportamento do pet.

“Muitas pessoas querem ter um cachorro e, em função da falta de espaço em casa, acabam adotando um gatinho para tratar como cão. Mas isso não é possível na grande maioria dos casos, até por que o tipo de contato que é adorado por um cachorro pode ser uma tortura para um gato”, explica a doutora veterinária.

Segundo ela, gatos agressivos demais também devem ter a possibilidade de doenças ou dores descartadas antes que se feche um diagnóstico de problema comportamental, pois, esse tipo de estado pode influenciar no comportamento do felino, tornando-o impaciente e violento – fazendo com que seja necessária uma visita a um especialista.

Felinos ariscos

Diferenciando brincadeira de agressão

Para identificar se o comportamento de um felino é realmente agressivo ou é apenas uma forma de brincar que está sendo confundida, é preciso se atentar aos seguintes fatores:

Brincadeira

  • A predação ou brincadeira é direcionada de forma errada (mordidas, unhadas, etc.)
  • O animal segue a linha tocaia > perseguição > encurralamento > ataque; e está sempre quieto
  • O animal vai atrás de tons agudos de vozes ou movimentos súbitos
  • Há um reforço ou estímulo ao comportamento por parte do dono

De acordo com a especialista, é importante que os donos de um gato que se comporta de forma agressiva não ajam como uma presa nos momentos em que uma brincadeira se torna um pouco violenta, já que isso pode fazer com que o animal fique ainda mais animado com a situação e, consequentemente, continue com o comportamento.

“O ideal é que se conheça bem o animal e que se mude a forma de brincar, tornando-a mais adequada e menos agressiva. Brincar bastante com o felino de outras maneiras – com varinhas ou brinquedos apropriados, por exemplo – e fazer com que ele gaste sua energia também é uma ótima forma de mudar o comportamento”, comenta Daniela.

Agressão Ofensiva

  • A postura do felino é inegavelmente ofensiva
  • As orelhas do gato ficam para cima e para frente
  • O corpo do animal fica elevado (‘como um touro’)
  • A causa do gato fica inchada e rígida, balançando de um lado para o outro
  • A postura do animal é mais segura
  • Os pelos do felino ficam eriçados
  • Os bigodes do animal permanecem normais

Agressão Defensiva

  • As orelhas do gato ficam posicionadas para trás ou na lateral
  • O corpo do animal fica encolhido
  • O bigode do felino fica espalhado ou inclinado pra trás
  • A cauda do gato fica ao redor do corpo

Identificando o tipo de agressão do felino

Os tipos mais frequentes de agressão felina podem ser divididos conforme exposto a seguir, e apresentam características distintas, conforme apresentado:

  • Por medo ou ansiedade
  • Por motivos territoriais
  • Por frustração
  • Induzido por carinhos

Lidando com a agressividade do felino

Embora sejam menos treináveis quando comparados aos cães, por exemplo, os felinos também podem ser condicionados a agir com menos desobediência, e o treinamento dos gatos nesse sentido deve ser focado no relaxamento e na aceitação de determinadas situações; permitindo que o animal não faça uso da violência durante ocorrências rotineiras em que isso costuma acontecer e sem a necessidade do uso de comandos específicos (como é usualmente feito no adestramento de cachorros).

Independentemente do condicionamento do animal, também há uma série de medidas que pode ser tomada para ajudar no sucesso do processo, e o comprometimento dos tutores do pet é fundamental para a obtenção de bons resultados. Junto com isso, mudanças no ambiente também são chave nesse tipo de treinamento, e costumam incentivar respostas positivas e bastante rápidas por parte dos felinos.

Com isso em mente, confira, a seguir, algumas dicas da doutora veterinária Daniela Ramos para lidar com a agressividade dos gatos em duas situações específicas e bastante comuns na vida de quem tem um felino nervoso em casa – lembrando que, além das mudanças ambientais e comportamentais, também há casos em que intervenções medicamentosas se fazem necessárias para ajudar no processo:

  • Agressão por frustração ou impulsividade Para modificar o comportamento agressivo de um gato que se descontrola em função de uma frustração ou da impulsividade, é preciso que seja feito o controle de impulsos do animal por meio de interações controladas (incluindo brincadeiras e treinamentos) iniciadas pelo tutor; que, neste processo, deve passar a ignorar as demandas do felino – sendo que a quebra de conexões diretas entre o tutor e os itens valiosos para o felino é uma das mudanças ambientais que podem ser feitas para esse tipo de caso.
  • Agressão induzida por carinho Neste caso, o contra-condicionamento e a dessensibilização são os grandes focos do treinamento; e é preciso deixar cientes os donos do pet de que este é um processo gradual e que deve ser direcionado de forma positiva – fazendo o uso de carinhos respeitando o nível de tolerância do animal e oferecendo muitas recompensas quando a iniciativa de receber afagos for do felino.

Independentemente do caso, é essencial lembrar que os donos do felino devem ter muita paciência nesse processo, evitando confrontos ou provocações com o animal e qualquer tipo de punição; fazendo o uso de reforços positivos para modificar o comportamento e o ambiente, conseguindo bons resultados no condicionamento do gato a ser menos violento.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/gatos-agressivos/