Ração seca, semiúmida ou enlatada: qual é a melhor?

Ração seca, semiúmida ou enlatada: qual é a melhor?

Como com muitas coisas, não há uma única resposta a esta pergunta. Seu animal de estimação é um indivíduo, e quando tomar uma decisão sobre que tipo de dieta alimentar, é preciso considerar, entre outras coisas, a idade do seu animal de estimação, tamanho, raça, e quaisquer problemas de saúde existentes. E, claro, você também precisa considerar o teor de nutrientes da dieta que você o alimenta. Recomendamos sempre alimentar com uma dieta de qualidade recomendada pela AAFCO (Associação de Controle de Alimentação Americana), direcionada para a etapa da vida do cão. Nós preferimos uma dieta com carne como o primeiro ou segundo ingrediente listado, e sem quaisquer conservantes artificiais ou corantes.

Geralmente, não recomendamos os tipos semiúmidos de alimentos, porque eles tendem a ser muito ricos em sal e açúcar. Cães e gatos não precisam de tanto sal e açúcar em sua dieta. Além disso, alimentos pegajosos, açucarados podem contribuir para a doença dental.

Enquanto a cárie dentária (cavidades) está relacionado a quantidade de açúcar na dieta das pessoas, a cárie dentária é frequente em cães e raro em gatos. A perda de dentes em cães e gatos é muito mais comumente associada a gengivite e doença periodontal, onde a inflamação e infecção do tecido gengival causa afrouxamento e retração da gengiva ao redor do dente, o que, eventualmente, leva à perda do dente. Alimentos pegajosos, açucarados podem contribuir para o desenvolvimento de gengivite e doença periodontal. Em geral, recomendamos um alimento seco ou enlatado de qualidade.

Para cães de raças grandes, a maioria das pessoas escolhe um alimento seco, por várias razões. Os cães maiores exigem uma quantidade maior de alimentos do que os cães menores, e comida seca é fácil de transportar, armazenar e preparar. Porque comida enlatada contém uma porcentagem muito maior de água (geralmente 80-85%) do que alimentos secos (normalmente 10% ou menos), o alimento seco é geralmente mais econômico, especialmente quando os alimentos tem uma qualidade superior.

Muitas pessoas também optam por alimentar seus animais de estimação com alimentos secos na crença de que ração seca promove uma raspagem ou ação de limpar os dentes e diminuirá o acúmulo de placa bacteriana e tártaro. O alimento seco exercita a boca durante a mastigação. No entanto, a ração seca, na verdade, não fornece muito a ação de raspagem. Quando a ponta de um dente entra em contato com a ração seca, os pedaços se quebram antes que o dente penetre o suficiente nela para que a raspagem aconteça. Existem dietas odontológicos no mercado, com uma ração desenvolvida para que demore mais para quebrar, permitindo maior contato dos dentes. Isto permite mais um efeito de limpeza no dente, mas mesmo essas dietas não são um substituto para o bom atendimento odontológico. Enquanto alimentos enlatados podem promover o acúmulo um pouco mais rápido de placa bacteriana e tártaro, que irão eventualmente se acumular, não importa o tipo de alimento dado. Cuidado regular em casa, exames dentários anuais e limpezas profissionais, conforme necessário ainda é essencial para a saúde dental ideal.

Raças menores de cães, obviamente, comem menos do que os cães maiores, e portanto, alimentos enlatados podem ser mais uma opção inteligente. No entanto, os cães de raça menores costumam ter dentes mais espaçados, proporcionando áreas onde a placa bacteriana e tártaro facilmente acumulam. Às vezes, os donos dizem que seu cão está acostumado com alimentos enlatados, e se recusa a comer alimentos secos. Estes cães podem ser alimentados com comida enlatada, mas os cuidados devem ser maiores, e estes cães estão propensos a precisar de uma limpeza profissional anualmente.

Até recentemente, o alimento seco era, geralmente, recomendado na maioria das vezes para os gatos, também. Entretanto, pesquisas recentes em nutrição felina estão causando algumas reformulações nesta área. A comida seca típica do gato é bastante rica em carboidratos (geralmente 45% ou mais) e há alguma indicações de que isso possa predispor certos gatos a se tornarem obesos e, possivelmente, desenvolverem diabetes à medida que envelhecem. A dieta típica dos gatos na natureza (que normalmente é principalmente ratos e outros pequenos roedores) tem mais proteína, cerca de 45%, 45% de gordura, e apenas 4-5% de carboidratos. Alimentos secos para animais exigem um teor bastante elevado de carboidratos, para que os pedaços se juntem. No entanto, o alimento enlatado é normalmente muito mais baixa no teor de carboidratos (cerca de 10%). Alguns nutricionistas veterinários estão recomendando que os gatos, especialmente aqueles com uma tendência a obesidade, sejam alimentados com uma dieta enlatada com uma proteína, gordura e carboidratos o mais próximo possível de uma dieta ‘selvagem’. Curiosamente, os primeiros relatos parecem indicar que uma dieta enlatada não parece aumentar a doença dental nestes gatos. Mais pesquisas são necessárias, mas isso é um achado muito interessante.

É importante notar que as condições específicas de saúde podem afetar o tipo de dieta que é recomendada ao seu animal. Por exemplo, os gatos com problemas do trato urinário ou animais com doença renal podem se beneficiar do aumento da água em sua dieta, e o alimento enlatado pode ajudar nisso. Sempre consulte o seu veterinário antes de fazer quaisquer alterações na dieta do seu animal de estimação.

Fonte: Ração seca, semiúmida ou enlatada: qual é a melhor? – Tudo Sobre Gatos http://tudosobregatos.com.br/racao-seca-semiumida-ou-enlatada-qual-e-o-melhor/#ixzz3KIZesk13

Você sabia que cachorros também podem desenvolver pneumonia?

Pneumonias e Broncopneumonias consistem em processos inflamatórios, que em geral acometem os animais de forma aguda, e possuem características levemente distintas de acordo com o agente causador, a idade do cão, a doença que levou o animal a adquirir uma pneumonia, o estado nutricional e o sistema imunológico de cada indivíduo.

Assim como em nós, a pneumonia nos cães pode ser perigosa, podendo inclusive levar o animal a correr risco de vida. A pneumonia pode desencadear-se após um quadro mal curado de outras doenças menos agressivas, e pode se tornar uma grande preocupação para quem tem um animal de estimação doentinho em casa. Infelizmente esta é uma doença bastante comum entre cães de rua, já que eles estão expostos diariamente à agentes etiológicos de origem fúngica, bacteriana, viral, parasitária, ou até mesmo devido a inalação de corpos estranhos, líquidos, etc..

Desencadeadores da pneumonia em cães

Como acabei de comentar, os principais agentes causadores da pneumonia em cachorros são, fungos, bactérias, tendo os vírus, como os piores motivadores desta enfermidade. Os vírus infectam os animais com outras doenças que devido a diversos fatores, como baixa imunização, falta de cuidados básicos, má alimentação, etc, acabam levando o animal a desenvolver a doença. Portanto, cuidados especiais com os animais devem sempre ser tomados por nós tutores, para que sua imunidade se mantenha elevada, diminuindo assim, os riscos de adoecer.

Causas da pneumonia em cães

Podemos observar diversos fatores que causam a pneumonia em cães. Já vimos aqui que as infecções através de agentes etiológicos são os principais ocasionadores da inflamação dos pulmões, que normalmente é causa por vírus, bactérias e alguns tipos de fungos ou mesmo parasitas. Mas é importante saber que fatores inalatórios como aspiração de fumaça e de líquidos, também são motivadores de quadros de pneumonia em cães. Animais idosos, muito jovens e de pequeno porte, devido a baixa defesa do organismo, geralmente são mais afetados pela doença, sendo que o fator genético não fica de fora das causas da pneumonia.

Portanto esta é uma doença grave e necessita de um tratamento adequado de um profissional de saúde para que seu cãozinho não corra risco de morrer.

Pneumonia em cães

Sintomas da pneumonia em cães

Os sintomas da pneumonia são tosse descontinuada, febre, fadiga, sonolência, secreções e corrimentos nasais, respiração ofegante, desidratação, perda de apetite e latidos de aparência rouca. Porém, em alguns casos, estes sintomas podem passar despercebidos pelos tutores, quando se apresentam de forma assintomática.

Tratamento da pneumonia em cães

O tratamento da pneumonia em cães dependerá da identificação do agente causador da doença. Quando o quadro de pneumonia demonstra sintomas mais leves, os animais acometidos por esta enfermidade podem ser tratos em casa utilizando antibióticos. Provavelmente o veterinário irá prescrever também, que seja feita uma reposição de líquidos e que haja um fornecimento de oxigênio, para melhorar a respiração do pet. Já os mais graves precisam de cuidados veterinários mais intensos. O tratamento consiste em terapia medicamentosa, prescrita pelo o médico veterinário de sua confiança. Mas fique atento, nunca é demais ressaltar que apenas o veterinário será capaz de diagnosticar com precisão se seu bichinho está ou não sofrendo desta doença. Portanto, assim que você perceber algum sintoma semelhante aos descritos aqui neste artigo, leve seu peludo o mais rápido possível para realizar exames no veterinário. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores são as chances de seu amigão ficar curado.

Pneumonia em cães

Cuidados após tratamento de um animal que teve pneumonia

Em casos de internação, quando seu cachorro for liberado para voltar para casa, mantenha-o aquecido e seco, nunca deixe-o com frio ou molhado. Redobre os cuidados com local onde seu cachorro dorme nas épocas mais frias do ano e nunca deixe-o molhado por muito tempo. Execute o tratamento prescrito de forma meticulosa e certifique-se de que entendeu a dosagem de antibióticos que você deve dar a ele. Tenha sempre certeza de que seu cão está se alimentando direitinho, só assim ele ficará forte e saudável.

Como prevenir a pneumonia em cães

Para a maioria das enfermidades que acometem nossos amigos de quatro patas, a prevenção é sempre a melhor forma de evitar doenças como a pneumonia em cães. Mantenha em dia a vacinação anual do seu bichinho, diminuindo assim, a probabilidade do pet adquirir inúmeras doenças. A vacinação é um importante aliado para proteger seu amigão da gripe, não só durante o inverno. Não deixe seu cão em lugares expostos a chuvas, ou lugares úmidos. Evite cigarros acesos onde seu cachorro estiver, o Co2 emitido por veículos automotores pode prejudicar a saúde de seu peludo.

E não esqueça, qualquer diferença no comportamento de seu animal leve-o imediatamente para uma consulta com seu veterinário.

Cuide bem do seu pet para que ele tenha uma vida feliz e saudável.

Fonte: http://www.blogdocachorro.com.br/pneumonia-em-caes/

Cachorro ou Gato atropelado – 5 passos para socorrer o pet

Um cachorro ou gato atropelado consiste sempre em uma emergência, e é preciso que se tome providências o mais rápido possível nesse tipo de ocorrência; já que quanto mais rápido o animal for socorrido, maiores serão as suas chances de sobrevivência.

Cachorro ou gato atropelado

Confira, a seguir, os primeiros socorros que devem ser tomados com um cachorro ou gato atropelado, passo a passo:

  1. Retirar a vítima do local de risco com cuidado, pois, dependendo do temperamento e grau de dor, o animal pode tentar morder quem o socorre pra se proteger. É possível improvisar uma mordaça com um cadarço do tênis, atentando para não causar oclusão da respiração do pet (devendo ser feito um nó com o cadarço na parte da região nasal, próxima aos olhos)
  1. Limpar as narinas e a boca do acidentado, evitando que alí permaneçam resquícios de sangue, muco, vômito ou algum corpo estranho que possa atrapalhar a respiração do animal
  1. Evitar movimentação excessiva da coluna e dos ossos em geral, devido risco de estender lesões. Se existir hemorragia ativa, comprimir a região com um pano ou toalha limpa, a fim de evitar a perda de muito sangue
  1. Para que seja feito o transporte do pet acidentado, pode ser usada uma tábua de madeira, pranchas, ou qualquer superfície pequena, estável e resistente que comporte o peso do animal e que seu carro consiga transportar sem dificuldades. Caso o animal esteja agitado demais, ele pode ser amarrado deitado de lado, com cintos ou cordas na superfície de estabilização. Vale lembrar que a corda deverá ser passada pela região de ombros e coxas (atentar para politrauma de região posterior), e é importante que as regiões abdominal e torácica fiquem livres para uma respiração adequada
  1. Transportar com muita cautela e evitar a manipulação, levando o animal até o hospital ou clínica veterinária mais próxima para estabilização, tratamento da dor, realização de exames, localização de possíveis lesões e todo o suporte necessário

São inúmeros os riscos envolvendo cães e gatos soltos nas ruas, e uma das principais consequências disso é o atropelamento e, dependendo da região de impacto do veículo no animal, o desfecho pode ser fatal. Por ser tratar de uma ocorrência trágica, é comum que muitos ignorem esse tipo de acidente; porém, é de extrema importância que ele seja relatado para uma equipe médica – que receberá o animal e poderá fazer a localização das lesões, otimizando o tempo de socorro.

Fonte: http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/cachorro-gato-atropelado/

Câncer de mama em cadelas – Saiba como lidar com este tumor

As doenças do mundo canino são muitas, e os animais que recebem as principais vacinas já ficam livres da incidência de uma série de problemas sérios que acometem esse universo com frequência. No entanto, nos dias de hoje, o câncer de mama em cadelas, assim como uma enorme variedade de tumores malignos, já fazem parte da lista de doenças mais temidas entre os donos de cãezinhos de estimação.

Promovendo um aumento considerável no número de profissionais que buscam formas de especialização e capacitação na oncologia veterinária, o câncer de mama em cadelas ainda é um dos principais tipos de tumor a atingir o mundo canino e, em função disso, cresce muito a quantidade de pessoas envolvidas em pesquisas e estudos que buscam novas e eficientes alternativas para prevenir e curar esse tipo de enfermidade.

Câncer de mama em cadelas

Embora muitos possam acreditar que o câncer de mama do mundo canino é um problema que atinge, exclusivamente, as cadelas; esse pensamento é equivocado, já que, apesar de haver uma propensão bem maior dessa doença nas fêmeas, ela também pode afetar os machos em alguns casos.

Felizmente, parte dos casos de tumores mamários em cadelas é benigno, e não afetam a vida do animal de maneira tão negativa – no entanto, independentemente da gravidade que você creia ter o tumor encontrado na sua cadelinha, uma visita ao médico veterinário se faz absolutamente necessária; já que, nos episódios em que o tumor presente no corpo do pet é maligno, o diagnóstico precoce e o início imediato de um tratamento adequado são fatores que podem ser totalmente decisivos, e fazer toda a diferença entre a vida e a morte do cão ou cadela.

Confira, neste artigo, alguns dos principais fatores que contribuem para o desenvolvimento do câncer de mama em cadelas, e aprenda a identificar os sinais desta  perigosa doença; para que, caso ela ocorra, você possa tomar as medidas certas para salvar a sua cachorrinha de estimação.

O desenvolvimento do câncer de mama em cadelas

Embora não haja fatores específicos que possam ajudar a prever o surgimento do câncer de mama em uma cadela, já há algumas medidas que se provaram bastante eficientes na prevenção desse tipo de neoplasia (tumor). A castração da fêmea antes do seu primeiro cio é, hoje, considerada a forma mais eficiente de manter o animal afastado dos riscos de desenvolver esse tipo de doença , já que é, justamente, a porção hormonal das cachorrinhas a grande responsável  pelo aparecimento de disfunções que podem influenciar no surgimento da doença.

De acordo com especialistas, a ingestão de medicamentos hormonais (principalmente  anticoncepcionais) pelas cadelas também é um fator que pode ser determinante para o surgimento de tumores na mama na cachorrinha, e é por isso que, na atualidade, esse tipo de medicamento é altamente contra indicado no mundo animal; tanto no que se refere à cães como a gatos.

Ao contrário de muitos outros tipos de neoplasias (tumores), o câncer de mama não conta com um grupo específico de raças que tenham uma propensão maior para o surgimento da doença ao longo da vida; e absolutamente todas as raças caninas, infelizmente, estão sujeitas a sofrer com este problema , sendo que, quanto mais velho for o animal em questão, maiores serão s suas chances de desenvolver a doença.

Ao contrário do que muitos alegam nas conversas sobre o tema, o acasalamento (ou falta dele) na vida da cadela não esta relacionado ao aparecimento do câncer de mama. Vale lembrar que, conforme citado anteriormente, a castração das fêmeas em um período anterior ao seu primeiro cio é uma medida que reduz drasticamente (em até 99%) as possibilidades do aparecimento do câncer de mama e; portanto, se não for um desejo seu o de que sua cadelinha dê crias, esta é uma providência totalmente indicada.

Tumores mamários em cadelas

Principais sintomas do câncer de mama em cadelas

Conforme explicado, a detecção precoce do câncer de mama em cachorrinhas é fundamental para que haja eficácia no tratamento da doença e, por isso, é fundamental que os tutores de cadelas estejam sempre de olho para o aparecimento dos sinais que podem indicar a presença desse tipo de tumor.

Sendo maligno em mais da metade dos casos em que surge em cadelas, o câncer de mama canino pode, em muitos casos, não provocar alterações na pet; como tristeza, falta de apetito, febres ou vômitos – fazendo com que este problema se desenvolva de forma perigosamente silenciosa.

Por isso, além de manter a atenção nas possíveis mudanças no corpo do pet, também é essencial realizar visitas periódicas ao médico veterinário,  permitindo que o animal seja examinado com frequência e que, com isso, as chances de um diagnóstico precoce aumentem.

Embora, nem sempre, esta terrível doença (que é considerada o principal tipo de câncer a afetar cadelas), provoque sinais nas pets acometidas em fase inicial; há um grupo de sintomas que costumam acompanhar muitas das cachorrinhas portadoras de tumores de mama em estágio já avançado, conforme você confere a seguir:

  • Caroços na região das mamas do animal
  • Inchaço ou dilatação na área mamária da cadela
  • Dores na região das mamas
  • Presença de secreções nas mamas com odor desagradável

Diagnóstico e tratamento do câncer de mama em cadelas

Pelo fato de que os tumores de mama em cadelas, sejam eles benignos ou malignos, apresentam poucos sintomas evidentes no corpo do animal; o diagnóstico dessa doença é feito, principalmente, por exames clínicos da região mamária e exames de citologia aspirativa do nódulo.

Após uma análise clínica (em que, geralmente, podem ser encontrados nódulos na região das mamas da cachorrinha), cabe ao profissional médico veterinário a solicitação de exames para investigar sobre a doença; sendo que tomografia computadorizada, radiografias de tórax e ultrassonografia de abdômen costumam figurar entre os principais meios de certificar a extensão do problema.

Tumores e câncer de mama em cadelas

Além de facilitar a definição de um diagnóstico correto e preciso, esses exames também fornecem informações importantes para que um tratamento possa ser definido; como, principalmente, dados em relação à presença de metástases do câncer, (se houve a propagação da doença para outras partes do corpo do animal além da região das mamas).

Biópsias também costumam ser requisitadas pelos médicos veterinários nos casos de suspeita de diferentes tipos de câncer em animais; já que, por meio desse exame (que é feio a partir da retirada de uma amostra do tumor) é possível saber se a neoplasia é benigna ou maligna, ou ainda se é tumor esta na mama ou região próxima a ela.

A partir do diagnóstico concreto do câncer de mama na cadela em questão, as medidas necessárias para tratar a doença começam a ser definidas; sendo que, na grande maioria dos casos, a primeira medida para tratar este grave problema consiste na realização de um procedimento cirúrgico para a retirada completa do tumor do corpo do animal.

Nos casos em que o tumor é benigno, geralmente, a cirurgia já é o suficiente para que o pet já não apresente mais problemas. No entanto, nas ocorrências de tumores malignos, a quimioterapia pode ser indicada após o procedimento cirúrgico, buscando a eliminação total da doença do corpo do animal (assim como a prevenção contra a reincidência do problema ou a ocorrência de metástase).

Infelizmente, nas ocorrências de câncer de mama em cadelas em que a metástase ocorre, as chances de um tratamento que cure a doença por completo são mínimas e, por isso, nestes casos o que geralmente é indicado consiste na administração de medicamentos para aliviar os sintomas decorrentes do desenvolvimento do tumor no corpo do animal, permitindo que a cadela se mantenha confortável no período que lhe resta de vida.

Tendo isso em mente, fica fácil entender por que é tão importante estar sempre atento aos sinais da doença nas cadelinhas de estimação, buscando indicações de qualquer tipo de nódulo no corpo do animal e levando-o periodicamente para consultas de check-up com um médico veterinário profissional e de confiança, que possa examinar o pet e diagnosticar a presença de problemas relacionados à doença de forma adiantada, fazendo com que as chances de um tratamento eficiente sejam aumentadas consideravelmente.

Portanto, ao notar comportamentos ou qualquer tipo de sinal estranho na sua cadelinha de estimação, não hesite em marcar, imediatamente, uma consulta com um profissional; já que, independentemente da doença que o animal possa ter, as chances de cura são muito maiores quando um tratamento é iniciado de forma precoce.

Fonte:  http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/cancer-mama-cadelas/

Qual é o tempo entre tosas ideal do seu bichinho de estimação?

Tosar o cão de estimação, independente do seu porte, é um ato que combina estética e higiene do animal. A tosa, muitas vezes usada para deixar o cachorro bonito, tem como função básica evitar a proliferação de fungos e bactérias na pelagem do cão. O tempo entre tosas pode ter uma boa variável dependendo da raça e do tempo em que o pelo cresce ao ponto de necessitar de ser cortado ou aparado.

Em média, o tempo entre tosas, levando em consideração a variável já mencionada, é de uma vez a cada dois meses. A tosa traz bastantes benefícios ao animal, por isso, ela deve ser feita em um pet shop especializado em banho e tosa. Um tosador tem de saber exatamente o que está fazendo, pois, um bom profissional não vai apenas cortar os pelos do cachorro, ele também vai saber avaliar a saúde do animal, podendo encaminhá-lo para um veterinário, caso seja for detectada algum tipo de doença.

Outros benefícios da tosa

Levar o seu bichinho de estimação para tosar em um pet shop pode resultar em outras séries de tratamentos estéticos e higiênicos para o animal. O banho, por exemplo, normalmente é dado junto à tosa, mas não necessariamente deve ser feito nos dias em que o animal for tosar, como também não precisa ser feito antes ou em seguida ao corte. Dependendo do animal, a sujeira acumulada em sua pele não lhe oferece malefícios, porém, em outras espécies isso pode acarretar em doenças graves. É nesse momento em que a tosa é eficiente.

Fonte: http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/tempo-entre-tosas/

Miado de gato – Como entender o seu gato

Bebês choram, cães latem e gatos miam. O difícil é entender essas línguas e descobrir o que eles estão querendo transmitir ou mesmo o que estão sentindo. O miado do gato é uma forma de comunicação, agora resta a nós, donos desses bichanos adoráveis, tentar entender.

O miado de gato é a forma pela qual o gato se comunica. Não é exatamente uma linguagem, mas sim uma forma de expressão. Nem todo gato mia com a mesma frequência. Conhecer a personalidade do seu bichano é o ponto de partida, pois se um gato costuma miar bastante e para do nada, ou o gato mais quieto começa a miar, são sinais de que ele não está bem e está tentando expressar isso.

O miado comum, aquele que você está acostumado a ouvir no dia-a-dia, é usado para chamar a atenção, seja do dono ou mesmo de outro animal. O gato vai miar no local onde recebe a ração ou mesmo onde esta é guardada, como sinal de que quer comer. Ou na porta, quando quer sair.

miado-gato

O miado felino num tom mais alto é como grito humano. Ele está chamando a sua atenção para algo importante ou até mesmo exigindo algo. Esse tipo de miado também é comum na hora do banho, uma situação que o gato não quer passar e está claramente reclamando com você. Entretanto se o miado alto for mais longo, pode ser um sinal de dor que o seu amigo está sentindo.

Outro tipo de miado muito comum acontece com as fêmeas, quando estão no período do cio. Isso ocorre como uma forma da fêmea avisar, por assim dizer, aos machos de que ela está fértil.

Os gatos se comunicam mais com os donos

Um estudo de psicologia evolutiva realizado pelo pesquisador Nicholas Nicastro da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, compilou uma amostra de 100 miados de gato de 12 gatos. O pesquisador pediu para dois grupos de voluntários ouvissem esses miados, o primeiro grupo iria classificar de 1 a 7, conforme mais os agradava o tom do miado enquanto o segundo grupo classificaria os miados de acordo com a urgência e aflição que lhes causava ouvir tal miado.

O pesquisador constatou que os miados mais longos ganharam notas altas de aflição e urgência, e baixas notas de prazer ao ouvir. É o miado de gato que indica fome. Enquanto os tons mais baixos de miado, os que fazem para chamar a atenção do dono, ganharam notas mais altas em relação ao prazer em ouvir e baixas notas de aflição.

Isso demonstra que o gato consegue se expressar com seu dono através do miado e o dono, por sua vez, é capaz de compreender os miados e o que eles querem dizer.

Fonte: cachorrogato.com.br

Obesidade em Pets: Quando se preocupar?

Todo pet adora um bom petisco e qualquer dono fica feliz quando vê o seu bichinho de estimação se deliciando com essas gostosuras. Mas esta atitude está a um passo de levar cães e gatos à obesidade. O médico veterinário Eric Vieira Januário, que integra a equipe de endocrinologia do Grupo Pet Care de Hospitais Veterinários – coordenada pela professora Dra. Márcia Marques Jericó, alerta que tal prática traz outros riscos aos pets.