Saiba como escolher a melhor areia higiênica para seu gato

Saiba como escolher a melhor areia higiênica para seu gato

Quem já teve ou tem gato sabe: achar a melhor areia higiênica para o animal é um desafio, pois precisamos pensar no custo-benefício do produto e na saúde do animal, o que muitas vezes não é fácil de encontrar por aí.

Pensando nos donos de primeira viagem e até nos mais experientes que ainda não encontraram a areia sanitária ideal para o bichano, temos dicas importantes na hora de comprar a areia higiênica. Vamos a elas?

O que escolher e pesquisar sobre areia higiênica?

Primeiramente, não leve em conta o quesito preço-peso porque um granulado higiênico mais barato não rende da mesma forma nem é tão prático quanto aqueles que oferecem maior custo-benefício. Isso porque areias de baixa qualidade normalmente não são boas, já que de forma geral são muito utilizadas, fazem sujeira e nem sempre absorvem de forma satisfatória a urina do animal.

Fique de olho na embalagem do produto. Se areia formar torrão, por exemplo, estará contida esta informação na embalagem. E por falar em torrão, isso deve ser levado em conta na hora da aquisição da areia porque facilita a limpeza da caixa. Olhe a quantidade de absorção de líquido. As areias consideradas melhores são aquelas que absorvem mais líquido que seu próprio peso.

Quer mais dicas?

Areias perfumadas nem sempre são boas porque podem conter produtos químicos que fazem mal tanto para os donos como para os gatos. O ideal é que você escolha aquelas que inibam o odor. São as que têm bicarbonato de sódio e algumas outras substâncias, por exemplo.

A última e talvez a mais legal das dicas é da areia biodegradável. Caso você queira comprar um granulado higiênico deste tipo saiba que você poderá descartá-lo no vaso sanitário ou até no jardim, dependo do tipo de areia. Assim, você não gera tanto lixo, tem mais facilidade na hora da limpeza da caixinha e ainda contribui para o meio ambiente.

Nossos gatos são como se fossem nossos filhos e nunca é demais tratá-los com carinho, amor e oferecer o nosso melhor, que pode ser traduzido em bons produtos, como uma boa areia higiênica para facilitar nossas vidas e dos nossos bichanos.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/areia-higienica/

Síndromes de Gato – Coisas da terceira idade

As síndromes de gato são algo comum em bichanos com idade mais avançada, e diferentes doenças e complicações podem aparecer nos felinos idosos como parte disso. A prevenção por meio da observação e de exames rotineiros em seu pet é de extrema importância quando os gatos chegam à “terceira idade”, e visitas constantes – pelo menos uma vez a cada seis meses – ao médico veterinário são primordiais para garantir uma vida plena e de qualidade para seu bichano.

Entre as doenças mais comuns que envolvem as síndromes de gato podem ser citados problemas cardíacos, dentários, de insuficiência renal, hipertensão, diabetes mellitus, cancros, hipertiroidismo e doenças inflamatórias intestinais, sendo que em função da idade avançada, não é difícil que mais de uma (ou várias) destas complicações se manifeste simultaneamente no bichano.

Problemas urinários e de obesidade também podem acometer os gatos idosos, no entanto, quando o felino recebe uma alimentação devidamente balanceada e toma todas as vacinas indicadas pelo veterinário, torna-se mais fácil tanto a prevenção como a cura de doenças frequentes em idade avançada.

Tendo em vista que a expectativa média de vida de um gato na rua é de dez anos, não é difícil perceber as vantagens que podem ser adquiridas para sua saúde quando o felino tem um lar aconchegante e um bom tratamento por parte de seus donos, já que, vivendo desta forma, a expectativa de vida dos bichanos pode chegar a até 20 anos.

Calcificação nas vértebras da coluna, hérnia de disco, piometra e tumores também podem aparecer com mais facilidade no gato idoso, e justamente por isso as visitas constantes ao veterinário são tão importantes para os bichanos velhinhos.

Por meio de exames de urina, fezes, proteínas, tiroxina (para detecção de um possível hipertiroidismo), hemogramas e testes de leucemia, o profissional pode detectar doenças ou possíveis complicações futuras, já podendo medicá-lo e, consequentemente, previnir boa parte dos problemas mais frequentes na terceira idade felina.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/sindromes-gato/

Higiene animal: o tempo entre banhos recomendável

A raça e o perfil devem ser considerados quando o assunto for higiene. Existe a rotina de hábitos estipulados por seus donos, assim como a pelagem do animal, que pode ser mais curta, mais densa ou comprida. Fatores a serem considerados ao verificar o tempo entre banhos recomendável.

Ainda assim, de modo geral, quinze dias de espaçamento para a higiene é o mais indicado. Em alguns casos, dependendo das características, esse período pode variar, pode seguir a orientação e ainda assim ter alguns reforços na higiene intermediária no tempo entre banhos.

A complementação, quando necessária antes do período de espaçamento para a higiene, pode ser com talcos específicos, escovação e até uma solução com água, álcool e vinagre branco em partes iguais , que pode ser passada com o auxílio de um pano umedecido.

Receita de um bom banho

Antes de submeter o cachorro ao banho, uma escovação é recomendada para que os pelos soltos saiam, ajudando na eficácia posterior, principalmente quando o tempo entre duchas for superior ao recomendado. Escovado o pelo, é hora do banho! Mas para a temperatura da água, a regra é o bom senso! Não tão quente, tampouco fria, o correto é uma temperatura “morna”. Cuidado especial deve ser observado em dias frios ou quentes demais. 

Leia Mais: Cães e Gatos x Cigarro – A batalha

Ao utilizar produtos em seu cão, eles nunca devem ser os mesmos utilizados em humanos. Para o momento do banho o correto é a utilização de produtos específicos para cães, como sabão veterinário.

Alguns cuidados especiais se referem às orelhas, que devem ser levemente tampadas com algodão, bem como a secagem, que deve ser bem feita. A utilização de um secador é válida, porém se ele ficar muito “arredio”, seque-o o máximo possível com uma toalha e deixe-o ao sol por um tempo.

Observações importantes

Pode acontecer, que mesmo antes de terminar o tempo entre banhos indicado, seu cão tenha aprontado e ido para a “lama”, ficando totalmente “irreconhecível”, resista a vontade de utilizar uma mangueira externa para o banho, pois a água é gelada, podendo fazer mal para a saúde do cão, bem como colaborando para a ineficácia da limpeza que é melhor com água morna.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/tempo-entre-banhos/

Cachorro surdo – Como identificar a surdez em cães

A surdez em cães é um problema mais comum do que se possa imaginar e, também ao contrário do que se imagina, um cachorro surdo não é incapaz de aprender as regras básicas de convivência em casa.

Um cachorro surdo, além de tão inteligente quanto qualquer outro cão, é perfeitamente capaz de aprender e amar o seu dono, sendo apenas necessário um pouco mais de paciência e atenção até que cachorro e dono se adaptem um ao outro e aprendam a se comunicar entre si.

Como saber se meu cachorro está surdo?

Um cão pode nascer surdo ou adquirir a doença ao longo da vida, por uma série de fatores diversos, sendo a otite uma das causas mais conhecidas. Em qualquer dos casos, é possível identificar que seu cachorro está surdo através de sintomas como:

  • Tempo exagerado de sono;
  • Coceira frequente nas orelhas, que podem apresentar mau cheiro e sensibilidade ao toque (dor);
  • Cachorro agitando frequentemente a cabeça;
  • Latidos em excesso e sem motivo aparente;
  • Desobediência a chamados, além de indiferença aos demais sons e não acordar quando for chamado apenas vocalmente.

A surdez pode ou não ser revertida, cabendo ao médico veterinário identificar o tipo de surdez que está acometendo o seu pet, por isso não hesite em consultá-lo quando perceber um ou mais destes sintomas no seu amigão.

Algumas raças de cães possuem mais propensão à surdez

Estudiosos apontam que algumas raças de cachorros podem ser mais propensas à surdez do que outras, mas é necessário termos em mente que cachorros de todas as raças podem ficar surdos, o que ocorre com determinadas raças é apenas uma maior possibilidade devido a fatores. As raças mais propensas à surdez são:

  • Akita, Boxer, Beagle, Dálmata, Cocker Spaniel;
  • Daschund, Jack Russell Terrier, Papillon, Maltês;
  • Poodle, Pastor Alemão, Rottweiler e São Bernardo.

Acredita-se, ainda, que cães albinos possuem genes ligados à surdez e também à cegueira, sendo que as raças Dogue Alemão e Dálmata são as mais afetadas.

Antes de comprar um cão, informe-se sobre a genética de linhagem e se certifique da confiabilidade do canil e da saúde do filhote que você está levando para casa. Além disso, é importante lembrarmos, novamente, que cães surdos podem, sim, ser adestrados e conviver sem maiores problemas com seus donos.

10 dicas para lidar com seu cachorro surdo

  • Seja sempre gentil com o seu cachorro;
  • Aprenda a se comunicar com o cachorro através de gestos e toques;
  • Treine-o continuamente e sempre pratique os exercícios de aprendizado;
  • Utilize muitas recompensas, sejam petiscos, carinhos ou brinquedos, para incentivar o adestramento;
  • Inicialmente, esteja sempre com ele preso a você através da coleira, para que a confiança seja criada;
  • Não se esqueça de mantê-lo, durante todo o tempo, com uma coleira e placa de identificação, com o nome do cachorro e o seu telefone para contato. Junto com estas informações, inclua uma etiqueta com a menção “SURDO”;
  • Permita que ele se aproxime de pessoas diferentes farejando as mãos delas;
  • Para segurança, mantenha sempre bem fechados os espaços exteriores  da casa ocupados pelo seu pet;
  • Faça-o saber, sempre, que você está por perto;
  • Ame-o e o aceite!

Fonte: http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/surdos/

Gatos agressivos – Motivos e soluções

Uma série de palestras fez parte do I Encontro de Terapeutas do Comportamento Animal (evento realizado paralelamente à Pet South America 2014), e os gatos agressivos foram o tema de uma das apresentações, ministrada pela doutora veterinária Daniela Ramos. Abordando o comportamento de felinos considerados ariscos ou violentos, a especialista discursou sobre os variados motivos que podem levar a esse tipo de situação, apontando alternativas para lidar com a complicação.

Segundo Daniela, em boa parte dos casos, os gatos agressivos apresentam esse tipo de comportamento em função de algum tipo de medo, incômodo ou até querendo brincar – e é necessário identificar o que causa a agressividade do animal para que seja possível contornar a situação e modificar o comportamento; condicionando o felino a um tipo de atitude mais tranqüila diante de alguma ocorrência que não lhe agrade.

Gatos agressivos

“Os gatos, por natureza, já brincam de uma forma que pode ser considerada um pouco mais selvagem; e quando brincadeiras com as unhas e com mordidinhas são incentivado pelo dono do pet quando o felino ainda é filhote – e as unhadas e mordidas não machucam – isso pode se tornar um problema no futuro”, explica a especialista.

De acordo com ela, também há casos em que os tutores de gatos extremamente agressivos consideram esse tipo de comportamento muito normal – juntamente pelo fato de os felinos serem mais ‘selvagens’ por natureza – e acabam contribuindo para a violência do animal; já que nenhuma medida é tomada para amenizar ou acabar com o problema.

Em uma pesquisa específica feita com 107 proprietários que levaram seus gatos de estimação para consultas de rotina em clínicas veterinárias, 49,5% dos tutores afirmaram ter felinos agressivos em casa, sendo que as principais situações em que algum tipo de violência foi apresentado são:

  • Enquanto o gato é acariciado
  • Enquanto o gato brinca
  • Enquanto o gato está protegendo seu território ou comida
  • Quando o gato está assustado ou entra em contato com um animal desconhecido
  • Quando o felino entra em contato com uma pessoa desconhecida

Em função disso, uma série de testes foi feita para medir os níveis de estresse nos felinos que apresentavam esse tipo de atitude mais arisca, revelando que os gatos que toleravam carinhos por muito tempo sem atacar apresentavam índices altíssimos de estresse – ao passo que os felinos que atacavam quando incomodados pelos carinhos destacavam níveis inferiores nesse sentido.

“O gato é um animal semi-social, e não tem o mesmo repertório do cão para mostrar quando não quer contato, por exemplo. Proximidade demais é algo incompatível com muitos gatos, e a vida em espaços menores e mais fechados contribui para esse tipo de situação de agressividade; já que o felino é obrigado a conviver nesse ambiente e a desenvolver comportamentos sociais que não são naturais para ele, tornando-se agressivo”, esclarece Daniela.

Para resolver o problema, portanto, é fundamental que a complicação não seja subestimada e que o tutor do animal tenha a orientação adequada, estando aberto a mudanças e otimista em relação aos resultados dos seus esforços pra mudar o comportamento do pet.

“Muitas pessoas querem ter um cachorro e, em função da falta de espaço em casa, acabam adotando um gatinho para tratar como cão. Mas isso não é possível na grande maioria dos casos, até por que o tipo de contato que é adorado por um cachorro pode ser uma tortura para um gato”, explica a doutora veterinária.

Segundo ela, gatos agressivos demais também devem ter a possibilidade de doenças ou dores descartadas antes que se feche um diagnóstico de problema comportamental, pois, esse tipo de estado pode influenciar no comportamento do felino, tornando-o impaciente e violento – fazendo com que seja necessária uma visita a um especialista.

Felinos ariscos

Diferenciando brincadeira de agressão

Para identificar se o comportamento de um felino é realmente agressivo ou é apenas uma forma de brincar que está sendo confundida, é preciso se atentar aos seguintes fatores:

Brincadeira

  • A predação ou brincadeira é direcionada de forma errada (mordidas, unhadas, etc.)
  • O animal segue a linha tocaia > perseguição > encurralamento > ataque; e está sempre quieto
  • O animal vai atrás de tons agudos de vozes ou movimentos súbitos
  • Há um reforço ou estímulo ao comportamento por parte do dono

De acordo com a especialista, é importante que os donos de um gato que se comporta de forma agressiva não ajam como uma presa nos momentos em que uma brincadeira se torna um pouco violenta, já que isso pode fazer com que o animal fique ainda mais animado com a situação e, consequentemente, continue com o comportamento.

“O ideal é que se conheça bem o animal e que se mude a forma de brincar, tornando-a mais adequada e menos agressiva. Brincar bastante com o felino de outras maneiras – com varinhas ou brinquedos apropriados, por exemplo – e fazer com que ele gaste sua energia também é uma ótima forma de mudar o comportamento”, comenta Daniela.

Agressão Ofensiva

  • A postura do felino é inegavelmente ofensiva
  • As orelhas do gato ficam para cima e para frente
  • O corpo do animal fica elevado (‘como um touro’)
  • A causa do gato fica inchada e rígida, balançando de um lado para o outro
  • A postura do animal é mais segura
  • Os pelos do felino ficam eriçados
  • Os bigodes do animal permanecem normais

Agressão Defensiva

  • As orelhas do gato ficam posicionadas para trás ou na lateral
  • O corpo do animal fica encolhido
  • O bigode do felino fica espalhado ou inclinado pra trás
  • A cauda do gato fica ao redor do corpo

Identificando o tipo de agressão do felino

Os tipos mais frequentes de agressão felina podem ser divididos conforme exposto a seguir, e apresentam características distintas, conforme apresentado:

  • Por medo ou ansiedade
  • Por motivos territoriais
  • Por frustração
  • Induzido por carinhos

Lidando com a agressividade do felino

Embora sejam menos treináveis quando comparados aos cães, por exemplo, os felinos também podem ser condicionados a agir com menos desobediência, e o treinamento dos gatos nesse sentido deve ser focado no relaxamento e na aceitação de determinadas situações; permitindo que o animal não faça uso da violência durante ocorrências rotineiras em que isso costuma acontecer e sem a necessidade do uso de comandos específicos (como é usualmente feito no adestramento de cachorros).

Independentemente do condicionamento do animal, também há uma série de medidas que pode ser tomada para ajudar no sucesso do processo, e o comprometimento dos tutores do pet é fundamental para a obtenção de bons resultados. Junto com isso, mudanças no ambiente também são chave nesse tipo de treinamento, e costumam incentivar respostas positivas e bastante rápidas por parte dos felinos.

Com isso em mente, confira, a seguir, algumas dicas da doutora veterinária Daniela Ramos para lidar com a agressividade dos gatos em duas situações específicas e bastante comuns na vida de quem tem um felino nervoso em casa – lembrando que, além das mudanças ambientais e comportamentais, também há casos em que intervenções medicamentosas se fazem necessárias para ajudar no processo:

  • Agressão por frustração ou impulsividade Para modificar o comportamento agressivo de um gato que se descontrola em função de uma frustração ou da impulsividade, é preciso que seja feito o controle de impulsos do animal por meio de interações controladas (incluindo brincadeiras e treinamentos) iniciadas pelo tutor; que, neste processo, deve passar a ignorar as demandas do felino – sendo que a quebra de conexões diretas entre o tutor e os itens valiosos para o felino é uma das mudanças ambientais que podem ser feitas para esse tipo de caso.
  • Agressão induzida por carinho Neste caso, o contra-condicionamento e a dessensibilização são os grandes focos do treinamento; e é preciso deixar cientes os donos do pet de que este é um processo gradual e que deve ser direcionado de forma positiva – fazendo o uso de carinhos respeitando o nível de tolerância do animal e oferecendo muitas recompensas quando a iniciativa de receber afagos for do felino.

Independentemente do caso, é essencial lembrar que os donos do felino devem ter muita paciência nesse processo, evitando confrontos ou provocações com o animal e qualquer tipo de punição; fazendo o uso de reforços positivos para modificar o comportamento e o ambiente, conseguindo bons resultados no condicionamento do gato a ser menos violento.

Fonte: CachorroGato @ http://www.cachorrogato.com.br/gato/gatos-agressivos/

Ração seca, semiúmida ou enlatada: qual é a melhor?

Como com muitas coisas, não há uma única resposta a esta pergunta. Seu animal de estimação é um indivíduo, e quando tomar uma decisão sobre que tipo de dieta alimentar, é preciso considerar, entre outras coisas, a idade do seu animal de estimação, tamanho, raça, e quaisquer problemas de saúde existentes. E, claro, você também precisa considerar o teor de nutrientes da dieta que você o alimenta. Recomendamos sempre alimentar com uma dieta de qualidade recomendada pela AAFCO (Associação de Controle de Alimentação Americana), direcionada para a etapa da vida do cão. Nós preferimos uma dieta com carne como o primeiro ou segundo ingrediente listado, e sem quaisquer conservantes artificiais ou corantes.

Geralmente, não recomendamos os tipos semiúmidos de alimentos, porque eles tendem a ser muito ricos em sal e açúcar. Cães e gatos não precisam de tanto sal e açúcar em sua dieta. Além disso, alimentos pegajosos, açucarados podem contribuir para a doença dental.

Enquanto a cárie dentária (cavidades) está relacionado a quantidade de açúcar na dieta das pessoas, a cárie dentária é frequente em cães e raro em gatos. A perda de dentes em cães e gatos é muito mais comumente associada a gengivite e doença periodontal, onde a inflamação e infecção do tecido gengival causa afrouxamento e retração da gengiva ao redor do dente, o que, eventualmente, leva à perda do dente. Alimentos pegajosos, açucarados podem contribuir para o desenvolvimento de gengivite e doença periodontal. Em geral, recomendamos um alimento seco ou enlatado de qualidade.

Para cães de raças grandes, a maioria das pessoas escolhe um alimento seco, por várias razões. Os cães maiores exigem uma quantidade maior de alimentos do que os cães menores, e comida seca é fácil de transportar, armazenar e preparar. Porque comida enlatada contém uma porcentagem muito maior de água (geralmente 80-85%) do que alimentos secos (normalmente 10% ou menos), o alimento seco é geralmente mais econômico, especialmente quando os alimentos tem uma qualidade superior.

Muitas pessoas também optam por alimentar seus animais de estimação com alimentos secos na crença de que ração seca promove uma raspagem ou ação de limpar os dentes e diminuirá o acúmulo de placa bacteriana e tártaro. O alimento seco exercita a boca durante a mastigação. No entanto, a ração seca, na verdade, não fornece muito a ação de raspagem. Quando a ponta de um dente entra em contato com a ração seca, os pedaços se quebram antes que o dente penetre o suficiente nela para que a raspagem aconteça. Existem dietas odontológicos no mercado, com uma ração desenvolvida para que demore mais para quebrar, permitindo maior contato dos dentes. Isto permite mais um efeito de limpeza no dente, mas mesmo essas dietas não são um substituto para o bom atendimento odontológico. Enquanto alimentos enlatados podem promover o acúmulo um pouco mais rápido de placa bacteriana e tártaro, que irão eventualmente se acumular, não importa o tipo de alimento dado. Cuidado regular em casa, exames dentários anuais e limpezas profissionais, conforme necessário ainda é essencial para a saúde dental ideal.

Raças menores de cães, obviamente, comem menos do que os cães maiores, e portanto, alimentos enlatados podem ser mais uma opção inteligente. No entanto, os cães de raça menores costumam ter dentes mais espaçados, proporcionando áreas onde a placa bacteriana e tártaro facilmente acumulam. Às vezes, os donos dizem que seu cão está acostumado com alimentos enlatados, e se recusa a comer alimentos secos. Estes cães podem ser alimentados com comida enlatada, mas os cuidados devem ser maiores, e estes cães estão propensos a precisar de uma limpeza profissional anualmente.

Até recentemente, o alimento seco era, geralmente, recomendado na maioria das vezes para os gatos, também. Entretanto, pesquisas recentes em nutrição felina estão causando algumas reformulações nesta área. A comida seca típica do gato é bastante rica em carboidratos (geralmente 45% ou mais) e há alguma indicações de que isso possa predispor certos gatos a se tornarem obesos e, possivelmente, desenvolverem diabetes à medida que envelhecem. A dieta típica dos gatos na natureza (que normalmente é principalmente ratos e outros pequenos roedores) tem mais proteína, cerca de 45%, 45% de gordura, e apenas 4-5% de carboidratos. Alimentos secos para animais exigem um teor bastante elevado de carboidratos, para que os pedaços se juntem. No entanto, o alimento enlatado é normalmente muito mais baixa no teor de carboidratos (cerca de 10%). Alguns nutricionistas veterinários estão recomendando que os gatos, especialmente aqueles com uma tendência a obesidade, sejam alimentados com uma dieta enlatada com uma proteína, gordura e carboidratos o mais próximo possível de uma dieta ‘selvagem’. Curiosamente, os primeiros relatos parecem indicar que uma dieta enlatada não parece aumentar a doença dental nestes gatos. Mais pesquisas são necessárias, mas isso é um achado muito interessante.

É importante notar que as condições específicas de saúde podem afetar o tipo de dieta que é recomendada ao seu animal. Por exemplo, os gatos com problemas do trato urinário ou animais com doença renal podem se beneficiar do aumento da água em sua dieta, e o alimento enlatado pode ajudar nisso. Sempre consulte o seu veterinário antes de fazer quaisquer alterações na dieta do seu animal de estimação.

Fonte: Ração seca, semiúmida ou enlatada: qual é a melhor? – Tudo Sobre Gatos http://tudosobregatos.com.br/racao-seca-semiumida-ou-enlatada-qual-e-o-melhor/#ixzz3KIZesk13

Você sabia que cachorros também podem desenvolver pneumonia?

Pneumonias e Broncopneumonias consistem em processos inflamatórios, que em geral acometem os animais de forma aguda, e possuem características levemente distintas de acordo com o agente causador, a idade do cão, a doença que levou o animal a adquirir uma pneumonia, o estado nutricional e o sistema imunológico de cada indivíduo.

Assim como em nós, a pneumonia nos cães pode ser perigosa, podendo inclusive levar o animal a correr risco de vida. A pneumonia pode desencadear-se após um quadro mal curado de outras doenças menos agressivas, e pode se tornar uma grande preocupação para quem tem um animal de estimação doentinho em casa. Infelizmente esta é uma doença bastante comum entre cães de rua, já que eles estão expostos diariamente à agentes etiológicos de origem fúngica, bacteriana, viral, parasitária, ou até mesmo devido a inalação de corpos estranhos, líquidos, etc..

Desencadeadores da pneumonia em cães

Como acabei de comentar, os principais agentes causadores da pneumonia em cachorros são, fungos, bactérias, tendo os vírus, como os piores motivadores desta enfermidade. Os vírus infectam os animais com outras doenças que devido a diversos fatores, como baixa imunização, falta de cuidados básicos, má alimentação, etc, acabam levando o animal a desenvolver a doença. Portanto, cuidados especiais com os animais devem sempre ser tomados por nós tutores, para que sua imunidade se mantenha elevada, diminuindo assim, os riscos de adoecer.

Causas da pneumonia em cães

Podemos observar diversos fatores que causam a pneumonia em cães. Já vimos aqui que as infecções através de agentes etiológicos são os principais ocasionadores da inflamação dos pulmões, que normalmente é causa por vírus, bactérias e alguns tipos de fungos ou mesmo parasitas. Mas é importante saber que fatores inalatórios como aspiração de fumaça e de líquidos, também são motivadores de quadros de pneumonia em cães. Animais idosos, muito jovens e de pequeno porte, devido a baixa defesa do organismo, geralmente são mais afetados pela doença, sendo que o fator genético não fica de fora das causas da pneumonia.

Portanto esta é uma doença grave e necessita de um tratamento adequado de um profissional de saúde para que seu cãozinho não corra risco de morrer.

Pneumonia em cães

Sintomas da pneumonia em cães

Os sintomas da pneumonia são tosse descontinuada, febre, fadiga, sonolência, secreções e corrimentos nasais, respiração ofegante, desidratação, perda de apetite e latidos de aparência rouca. Porém, em alguns casos, estes sintomas podem passar despercebidos pelos tutores, quando se apresentam de forma assintomática.

Tratamento da pneumonia em cães

O tratamento da pneumonia em cães dependerá da identificação do agente causador da doença. Quando o quadro de pneumonia demonstra sintomas mais leves, os animais acometidos por esta enfermidade podem ser tratos em casa utilizando antibióticos. Provavelmente o veterinário irá prescrever também, que seja feita uma reposição de líquidos e que haja um fornecimento de oxigênio, para melhorar a respiração do pet. Já os mais graves precisam de cuidados veterinários mais intensos. O tratamento consiste em terapia medicamentosa, prescrita pelo o médico veterinário de sua confiança. Mas fique atento, nunca é demais ressaltar que apenas o veterinário será capaz de diagnosticar com precisão se seu bichinho está ou não sofrendo desta doença. Portanto, assim que você perceber algum sintoma semelhante aos descritos aqui neste artigo, leve seu peludo o mais rápido possível para realizar exames no veterinário. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores são as chances de seu amigão ficar curado.

Pneumonia em cães

Cuidados após tratamento de um animal que teve pneumonia

Em casos de internação, quando seu cachorro for liberado para voltar para casa, mantenha-o aquecido e seco, nunca deixe-o com frio ou molhado. Redobre os cuidados com local onde seu cachorro dorme nas épocas mais frias do ano e nunca deixe-o molhado por muito tempo. Execute o tratamento prescrito de forma meticulosa e certifique-se de que entendeu a dosagem de antibióticos que você deve dar a ele. Tenha sempre certeza de que seu cão está se alimentando direitinho, só assim ele ficará forte e saudável.

Como prevenir a pneumonia em cães

Para a maioria das enfermidades que acometem nossos amigos de quatro patas, a prevenção é sempre a melhor forma de evitar doenças como a pneumonia em cães. Mantenha em dia a vacinação anual do seu bichinho, diminuindo assim, a probabilidade do pet adquirir inúmeras doenças. A vacinação é um importante aliado para proteger seu amigão da gripe, não só durante o inverno. Não deixe seu cão em lugares expostos a chuvas, ou lugares úmidos. Evite cigarros acesos onde seu cachorro estiver, o Co2 emitido por veículos automotores pode prejudicar a saúde de seu peludo.

E não esqueça, qualquer diferença no comportamento de seu animal leve-o imediatamente para uma consulta com seu veterinário.

Cuide bem do seu pet para que ele tenha uma vida feliz e saudável.

Fonte: http://www.blogdocachorro.com.br/pneumonia-em-caes/

Cachorro ou Gato atropelado – 5 passos para socorrer o pet

Um cachorro ou gato atropelado consiste sempre em uma emergência, e é preciso que se tome providências o mais rápido possível nesse tipo de ocorrência; já que quanto mais rápido o animal for socorrido, maiores serão as suas chances de sobrevivência.

Cachorro ou gato atropelado

Confira, a seguir, os primeiros socorros que devem ser tomados com um cachorro ou gato atropelado, passo a passo:

  1. Retirar a vítima do local de risco com cuidado, pois, dependendo do temperamento e grau de dor, o animal pode tentar morder quem o socorre pra se proteger. É possível improvisar uma mordaça com um cadarço do tênis, atentando para não causar oclusão da respiração do pet (devendo ser feito um nó com o cadarço na parte da região nasal, próxima aos olhos)
  1. Limpar as narinas e a boca do acidentado, evitando que alí permaneçam resquícios de sangue, muco, vômito ou algum corpo estranho que possa atrapalhar a respiração do animal
  1. Evitar movimentação excessiva da coluna e dos ossos em geral, devido risco de estender lesões. Se existir hemorragia ativa, comprimir a região com um pano ou toalha limpa, a fim de evitar a perda de muito sangue
  1. Para que seja feito o transporte do pet acidentado, pode ser usada uma tábua de madeira, pranchas, ou qualquer superfície pequena, estável e resistente que comporte o peso do animal e que seu carro consiga transportar sem dificuldades. Caso o animal esteja agitado demais, ele pode ser amarrado deitado de lado, com cintos ou cordas na superfície de estabilização. Vale lembrar que a corda deverá ser passada pela região de ombros e coxas (atentar para politrauma de região posterior), e é importante que as regiões abdominal e torácica fiquem livres para uma respiração adequada
  1. Transportar com muita cautela e evitar a manipulação, levando o animal até o hospital ou clínica veterinária mais próxima para estabilização, tratamento da dor, realização de exames, localização de possíveis lesões e todo o suporte necessário

São inúmeros os riscos envolvendo cães e gatos soltos nas ruas, e uma das principais consequências disso é o atropelamento e, dependendo da região de impacto do veículo no animal, o desfecho pode ser fatal. Por ser tratar de uma ocorrência trágica, é comum que muitos ignorem esse tipo de acidente; porém, é de extrema importância que ele seja relatado para uma equipe médica – que receberá o animal e poderá fazer a localização das lesões, otimizando o tempo de socorro.

Fonte: http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/cachorro-gato-atropelado/

Câncer de mama em cadelas – Saiba como lidar com este tumor

As doenças do mundo canino são muitas, e os animais que recebem as principais vacinas já ficam livres da incidência de uma série de problemas sérios que acometem esse universo com frequência. No entanto, nos dias de hoje, o câncer de mama em cadelas, assim como uma enorme variedade de tumores malignos, já fazem parte da lista de doenças mais temidas entre os donos de cãezinhos de estimação.

Promovendo um aumento considerável no número de profissionais que buscam formas de especialização e capacitação na oncologia veterinária, o câncer de mama em cadelas ainda é um dos principais tipos de tumor a atingir o mundo canino e, em função disso, cresce muito a quantidade de pessoas envolvidas em pesquisas e estudos que buscam novas e eficientes alternativas para prevenir e curar esse tipo de enfermidade.

Câncer de mama em cadelas

Embora muitos possam acreditar que o câncer de mama do mundo canino é um problema que atinge, exclusivamente, as cadelas; esse pensamento é equivocado, já que, apesar de haver uma propensão bem maior dessa doença nas fêmeas, ela também pode afetar os machos em alguns casos.

Felizmente, parte dos casos de tumores mamários em cadelas é benigno, e não afetam a vida do animal de maneira tão negativa – no entanto, independentemente da gravidade que você creia ter o tumor encontrado na sua cadelinha, uma visita ao médico veterinário se faz absolutamente necessária; já que, nos episódios em que o tumor presente no corpo do pet é maligno, o diagnóstico precoce e o início imediato de um tratamento adequado são fatores que podem ser totalmente decisivos, e fazer toda a diferença entre a vida e a morte do cão ou cadela.

Confira, neste artigo, alguns dos principais fatores que contribuem para o desenvolvimento do câncer de mama em cadelas, e aprenda a identificar os sinais desta  perigosa doença; para que, caso ela ocorra, você possa tomar as medidas certas para salvar a sua cachorrinha de estimação.

O desenvolvimento do câncer de mama em cadelas

Embora não haja fatores específicos que possam ajudar a prever o surgimento do câncer de mama em uma cadela, já há algumas medidas que se provaram bastante eficientes na prevenção desse tipo de neoplasia (tumor). A castração da fêmea antes do seu primeiro cio é, hoje, considerada a forma mais eficiente de manter o animal afastado dos riscos de desenvolver esse tipo de doença , já que é, justamente, a porção hormonal das cachorrinhas a grande responsável  pelo aparecimento de disfunções que podem influenciar no surgimento da doença.

De acordo com especialistas, a ingestão de medicamentos hormonais (principalmente  anticoncepcionais) pelas cadelas também é um fator que pode ser determinante para o surgimento de tumores na mama na cachorrinha, e é por isso que, na atualidade, esse tipo de medicamento é altamente contra indicado no mundo animal; tanto no que se refere à cães como a gatos.

Ao contrário de muitos outros tipos de neoplasias (tumores), o câncer de mama não conta com um grupo específico de raças que tenham uma propensão maior para o surgimento da doença ao longo da vida; e absolutamente todas as raças caninas, infelizmente, estão sujeitas a sofrer com este problema , sendo que, quanto mais velho for o animal em questão, maiores serão s suas chances de desenvolver a doença.

Ao contrário do que muitos alegam nas conversas sobre o tema, o acasalamento (ou falta dele) na vida da cadela não esta relacionado ao aparecimento do câncer de mama. Vale lembrar que, conforme citado anteriormente, a castração das fêmeas em um período anterior ao seu primeiro cio é uma medida que reduz drasticamente (em até 99%) as possibilidades do aparecimento do câncer de mama e; portanto, se não for um desejo seu o de que sua cadelinha dê crias, esta é uma providência totalmente indicada.

Tumores mamários em cadelas

Principais sintomas do câncer de mama em cadelas

Conforme explicado, a detecção precoce do câncer de mama em cachorrinhas é fundamental para que haja eficácia no tratamento da doença e, por isso, é fundamental que os tutores de cadelas estejam sempre de olho para o aparecimento dos sinais que podem indicar a presença desse tipo de tumor.

Sendo maligno em mais da metade dos casos em que surge em cadelas, o câncer de mama canino pode, em muitos casos, não provocar alterações na pet; como tristeza, falta de apetito, febres ou vômitos – fazendo com que este problema se desenvolva de forma perigosamente silenciosa.

Por isso, além de manter a atenção nas possíveis mudanças no corpo do pet, também é essencial realizar visitas periódicas ao médico veterinário,  permitindo que o animal seja examinado com frequência e que, com isso, as chances de um diagnóstico precoce aumentem.

Embora, nem sempre, esta terrível doença (que é considerada o principal tipo de câncer a afetar cadelas), provoque sinais nas pets acometidas em fase inicial; há um grupo de sintomas que costumam acompanhar muitas das cachorrinhas portadoras de tumores de mama em estágio já avançado, conforme você confere a seguir:

  • Caroços na região das mamas do animal
  • Inchaço ou dilatação na área mamária da cadela
  • Dores na região das mamas
  • Presença de secreções nas mamas com odor desagradável

Diagnóstico e tratamento do câncer de mama em cadelas

Pelo fato de que os tumores de mama em cadelas, sejam eles benignos ou malignos, apresentam poucos sintomas evidentes no corpo do animal; o diagnóstico dessa doença é feito, principalmente, por exames clínicos da região mamária e exames de citologia aspirativa do nódulo.

Após uma análise clínica (em que, geralmente, podem ser encontrados nódulos na região das mamas da cachorrinha), cabe ao profissional médico veterinário a solicitação de exames para investigar sobre a doença; sendo que tomografia computadorizada, radiografias de tórax e ultrassonografia de abdômen costumam figurar entre os principais meios de certificar a extensão do problema.

Tumores e câncer de mama em cadelas

Além de facilitar a definição de um diagnóstico correto e preciso, esses exames também fornecem informações importantes para que um tratamento possa ser definido; como, principalmente, dados em relação à presença de metástases do câncer, (se houve a propagação da doença para outras partes do corpo do animal além da região das mamas).

Biópsias também costumam ser requisitadas pelos médicos veterinários nos casos de suspeita de diferentes tipos de câncer em animais; já que, por meio desse exame (que é feio a partir da retirada de uma amostra do tumor) é possível saber se a neoplasia é benigna ou maligna, ou ainda se é tumor esta na mama ou região próxima a ela.

A partir do diagnóstico concreto do câncer de mama na cadela em questão, as medidas necessárias para tratar a doença começam a ser definidas; sendo que, na grande maioria dos casos, a primeira medida para tratar este grave problema consiste na realização de um procedimento cirúrgico para a retirada completa do tumor do corpo do animal.

Nos casos em que o tumor é benigno, geralmente, a cirurgia já é o suficiente para que o pet já não apresente mais problemas. No entanto, nas ocorrências de tumores malignos, a quimioterapia pode ser indicada após o procedimento cirúrgico, buscando a eliminação total da doença do corpo do animal (assim como a prevenção contra a reincidência do problema ou a ocorrência de metástase).

Infelizmente, nas ocorrências de câncer de mama em cadelas em que a metástase ocorre, as chances de um tratamento que cure a doença por completo são mínimas e, por isso, nestes casos o que geralmente é indicado consiste na administração de medicamentos para aliviar os sintomas decorrentes do desenvolvimento do tumor no corpo do animal, permitindo que a cadela se mantenha confortável no período que lhe resta de vida.

Tendo isso em mente, fica fácil entender por que é tão importante estar sempre atento aos sinais da doença nas cadelinhas de estimação, buscando indicações de qualquer tipo de nódulo no corpo do animal e levando-o periodicamente para consultas de check-up com um médico veterinário profissional e de confiança, que possa examinar o pet e diagnosticar a presença de problemas relacionados à doença de forma adiantada, fazendo com que as chances de um tratamento eficiente sejam aumentadas consideravelmente.

Portanto, ao notar comportamentos ou qualquer tipo de sinal estranho na sua cadelinha de estimação, não hesite em marcar, imediatamente, uma consulta com um profissional; já que, independentemente da doença que o animal possa ter, as chances de cura são muito maiores quando um tratamento é iniciado de forma precoce.

Fonte:  http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/cancer-mama-cadelas/

Qual é o tempo entre tosas ideal do seu bichinho de estimação?

Tosar o cão de estimação, independente do seu porte, é um ato que combina estética e higiene do animal. A tosa, muitas vezes usada para deixar o cachorro bonito, tem como função básica evitar a proliferação de fungos e bactérias na pelagem do cão. O tempo entre tosas pode ter uma boa variável dependendo da raça e do tempo em que o pelo cresce ao ponto de necessitar de ser cortado ou aparado.

Em média, o tempo entre tosas, levando em consideração a variável já mencionada, é de uma vez a cada dois meses. A tosa traz bastantes benefícios ao animal, por isso, ela deve ser feita em um pet shop especializado em banho e tosa. Um tosador tem de saber exatamente o que está fazendo, pois, um bom profissional não vai apenas cortar os pelos do cachorro, ele também vai saber avaliar a saúde do animal, podendo encaminhá-lo para um veterinário, caso seja for detectada algum tipo de doença.

Outros benefícios da tosa

Levar o seu bichinho de estimação para tosar em um pet shop pode resultar em outras séries de tratamentos estéticos e higiênicos para o animal. O banho, por exemplo, normalmente é dado junto à tosa, mas não necessariamente deve ser feito nos dias em que o animal for tosar, como também não precisa ser feito antes ou em seguida ao corte. Dependendo do animal, a sujeira acumulada em sua pele não lhe oferece malefícios, porém, em outras espécies isso pode acarretar em doenças graves. É nesse momento em que a tosa é eficiente.

Fonte: http://www.cachorrogato.com.br/cachorros/tempo-entre-tosas/

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